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22/02 - Playlists no Spotify são usadas em possível golpe milionário com contas fantasmas, diz site
Empresa da Bulgária montou listas com faixas curtas que eram ouvidas sem parar em perfis suspeitos, e arrecadou até US$ 1 milhão com royalties, segundo site 'Music Business Worldwide'. Daniel Ek, CEO do Spotify, durante evento em Nova York. Shannon Stapleton/Reuters Uma empresa da Bulgária usou playlists no Spotify para ganhar até US$ 1 milhão com faixas propositalmente curtas. O esquema foi revelado pelo site especializado "Music Business Worldwide". A empresa tinha duas listas de músicas na plataforma de streaming, chamadas "Soulful Music" e "Music from the heart", que estavam entre as que mais geravam audições no Spotify - e, consequentemente, mais pagamentos pelas músicas tocadas. Como funcionou o esquema O Spotify descobriu que as listas eram seguidas por menos de dois mil usuários, número baixo em comparação com grandes playlists. A maioria das músicas era de artistas desconhecidos (na verdade, criados pela própria empresa), com duração de pouco mais de trinta segundos, tempo mínimo de audição para que a faixa tenha remuneração. O esquema, segundo o "Music Business Worldwide", provavelmente incluia criar centenas de contas no Spotify, em dispositivos que ficavam ouvindo as faixas, cadastradas pela empresa, de forma automática e ininterrupta. Com isso, poderiam conseguir milhares de audições por dia para suas faixas. O fato de as músicas serem curtas ajudava a aumentar o número de audições totais mais rapidamente, explica o site, que diz ter acesso a fontes na própria empresa. Oficialmente, o Spotify não comentou a história e disse apenas que "leva a manipulação artificial de atividade de streaming muito seriamente" e que está aprimorando seus processos de detecção e exclusão destas atividades. As playlists não estão mais no ar. Sucesso fake e 'jabá 2.0' em playlists O esquema da empresa na Bulgária não é a única possível fraude no mercado atual de streaming. As plataformas musicais têm sido alvos de empresas e músicos que tentam inflar os números de audições para aparentar sucesso e receber royalties. O G1 mostrou como sites tentam "vender" números de acessos através de robôs e audições automatizadas. Outra reportagem mostrou como donos de playlists no YouTube cobram para artistas brasileiros aumentarem seus acessos, incluindo uma empresa da Romênia que domina o mercado sertanejo brasileiro.
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22/02 - Fãs dormem em fila para comprar ingressos do show de Demi Lovato em Olinda
Show da cantora norte-americana acontece no Classic Hall no dia 17 de abril e ingressos custam entre R$ 90 e R$ 2.500.  Fãs enfrentam filas para comprar ingressos do show de Demi Lovato em Olinda Fãs da cantora norte-americana Demi Lovato dormiram na fila desde a madrugada de quarta-feira (21) para comprar ingressos para o show que vai acontecer em 17 de abril, no Classic Hall, em Olinda. A artista realiza uma turnê pela América Latina neste ano, com quatro shows no Brasil, para divulgar o álbum "Tell Me You Love Me", seu trabalho mais recente. (Veja vídeo acima) O preço dos ingressos varia entre R$ 90 (pista meia) e R$ 2.500, no camarote para dez pessoas, no primeiro piso. Poucas horas após a abertura das vendas, a maioria dos ingressos se esgotou, como pista premium e camarotes. As vendas também são realizadas pela internet. A artista começou a carreira na Disney e ficou famosa mundialmente com canções como “Skyscaper”, “Stone Cold”, “Heart Attack” e "Cool For The Summer”. A cada ingresso comprado, os "Lovatics", como são chamados os fãs da cantora, desabavam em um choro misto de alegria e emoção pela expectativa de ver o ídolo de perto. Longa fila se formou no 1º dia da venda de ingressos do show de Demi Lovato em Olinda Reprodução/TV Globo "Estamos muito felizes por estar aqui, porque é Demi Lovato. Ela merece tudo isso que estamos fazendo", disse a estudante Emelly Sabrina, uma das fãs que madrugaram na fila para comprar ingressos. A professora Luzimar Oliveira ficou mais de nove horas na fila, aguardando para comprar as entradas para as filhas. "Como as compras para a pista premium foram encerradas, o jeito é comprar a pista normal, porque não vou perder a viagem", afirmou. Turnê mundial Com o nome do sexto disco da cantora, "Tell Me You Love Me", a turnê mundial chega ao Brasil no dia 15 de abril, quando ocorre a apresentação em São Paulo. Após o show em Pernambuco, Demi Lovato se apresenta no dia 19 em Fortaleza, no Ceará. A série de apresentações acaba no Rio de Janeiro, em 21 de abril. O giro ainda inclui passagens por Colômbia, Argentina, Equador, Costa Rica e México.
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22/02 - Joss Whedon se demite de filme de 'Batgirl'
Cineasta ia dirigir e escrever filme solo da personagem, mas afirma que não encontrou uma história para heroína da DC. Barbara Gordon é a Batgirl original nos quadrinhos da DC Divulgação O cineasta Joss Whedon anunciou nesta quinta-feira (22) que se demitiu da produção de um filme solo da Batgirl, super-heroína dos quadrinhos da DC. Responsável pelos dois longas dos Vingadores, da concorrente Marvel, ele ia dirigir e escrever a adaptação da personagem. Em entrevista ao site da revista "The Hollywood Reporter", o americano afirmou que tomou a decisão por não encontrar uma história para a Batgirl. "'Batgirl' é um projeto muito animador, e a Warner e a DC são parceiros tão colaborativos e spoiadores, que me levaram meses para perceber que eu não tinha uma história", afirmou. "Sou grato a Geoff [Johns, presidente da DC] e Toby [Emmerich, presidente da Warners Picture Group] e a todos que me receberam tão bem quando cheguei, e que foram tão compreensivos quando eu... há uma palavra mais sexy para 'falhei'?" O diretor Joss Whedon, conhecido por 'Os Vingadores' e pela série 'Buffy: A caça-vampiros', em foto de janeiro de 2014 Remy de la Mauviniere/AP A heroína já foi vivida por algumas personagens nos quadrinhos, mas a mais conhecida a usar o uniforme é Barbara Gordon, filha do comissário Gordon. Ela foi a segunda a utilizar o codinome, mas é considerada a Batgirl original, lançada em 1967 nos quadrinhos do Batman. Whedon ficou mais conhecido por ser o primeiro responsável pelo universo cinematográfico da Marvel, mas já era famoso de fãs da televisão, onde criou séries como "Buffy: A caça-vampiros", "Angel" e "Firefly".
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22/02 - Brendan Fraser diz que sofreu assédio sexual e entrou em depressão
Ator de 'A múmia' diz que foi assediado em 2003 pelo jornalista Philip Berk, que era presidente da Associação de Imprensa Estrangeira, responsável pelo Globo de Ouro. Brendan Fraser Divulgação Brendan Fraser disse que foi vítima de assédio sexual em entrevista à revista dos EUA "GQ". O ator que estrelou os filmes da franquia "A múmia" afirmou que foi "apalpado" em 2003 pelo jornalista Philip Berk, que na época era presidente da Associação de Imprensa Estrangeira, que promove o Globo de Ouro. O jornalista negou a acusação, e disse à revista que o relato é uma "invenção total" de Brendan Fraser. “Nós nos abraçamos e ele pôs a mão no meu traseiro. Ele apertou e ficou apalpando minha nádega, e então colocou o seu dedo embaixo, no meu períneo. Eu me senti como se fosse uma criança. Como se tivesse uma bola na garganta. Pensei que fosse chorar”, ele disse. Fraser diz que, pelo fato de Philip ser uma figura poderosa em Hollywood, ele decidiu não denunciar na época. "Eu fiquei deprimido e não me lembro de muita coisa que fiz naquele ano". Ele diz que "ainda está com medo", mas sentiu que deveria dizer algo.
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22/02 - Quincy Jones se desculpa por entrevistas polêmicas e diz que as seis filhas fizeram 'intervenção familiar'
Em nota, produtor disse ser 'um ser humano imperfeito' e que parou de beber há três anos. Ele havia afirmado que Michael Jackson roubou canções e que Beatles eram os piores músicos do mundo. O produtor Quincy Jones fala ao público antes do show de Stevie Wonder no Festival de Montreux, na Suíça, nesta quarta-feira (16) Pierre Albouy/Reuters O empresário e produtor musical Quincy Jones, de 84 anos, pediu desculpas nesta quinta-feira (22) pelas polêmicas declarações dadas em duas entrevistas recentes. Dentre outras coisas, ele havia declarado que Michael Jackson roubou muitas canções, que os Beatles eram os piores músicos do mundo, que Prince já tentou atropelar Michael Jackson com uma limousine e que Elvis Presley não conseguia cantar. Em nota agora divulgada em seu perfil no Twitter ele escreveu: "Alguns finais de semana atrás, minhas seis filhas (das quais sou mais que orgulhoso) me convocaram para fazer uma 'intervenção familiar' surpresa por causa de algumas coisas idiotas que eu disse em duas entrevistas recentes &... Eu APRENDI A LIÇÃO!". Em seguida, ele admitiu ter errado: "Deixa eu falar para vocês, eu sou tão grato a milhas filhas porque elas não tiveram medo de apoiar o pai delas. Eu sou um ser humano impoerfeito & não tenho medo de dizer isso. E eu sinto muito & e não tenho medo de dizer isso." Initial plugin text Em outro trecho, Jones escreveu que não consome mais álcool: "Quando você foi sortudo o suficiente para ter vivido uma vida tão longa & doida (& e eu recentemente parei de beber – três anos atrás!), certos detalhes sobre eventos específicos (que NÃO pintam a imagem completa de minhas intenções nem experiências) começam a inundar tudo de uma vez e, mesmo aos 85 anos, é evidente que é indesculpável esse 'vômito de palavras' e o ato meter o pau nos outros". No trecho seguinte, ele diz: "Uma das coisas mais difíceis sobre essa situação é que meter o pau nos outros contradisse as mensagens muito verdadeiras que eu tentei transmitir a respeito de racismo, desigualdade, homofobia, pobreza... E o que mais você quiser. E, claro, eu não quero isso. Eu já entrei em contato com meus amigos em privado, mas, quando você vive uma vida pública, você tem a responsabilidade de ser um exemplo, e uma vez que eu tenho uma vida pública, eu queria fazer um pedido público de desculpa". Por fim, Jones concluiu: "Eu sinto muito por todo mundo que se sentiu ofendido por minhas palavras & sinto muito especialmente por meus amigos que ainda estão aqui comigo & por aqueles que não estão. Esses amigos são como minha família de sangue para mim. A minha querida família & amigos... Obrigado por sua bondade. Obrigado por chamare minha atenção quando eu claramente cometi um erro... muitos erros. Ainda que às vezes seja difícil receber críticas ou repreensão (especialmente em público), quero que vocês saibam que eu os escutei. Eu escutei TODOS vocês...& obrigado. Então, incentivo vocês todos, por favor, a crescer comigo & e continuem insistindo. Com amor, de um homem de 85 anos com pernas arqueadas que ainda está aprendendo com os erros". Nas entrevistas, Jones havia conversado com a revista "GQ" e o site Vulture. Ele afirmou que: Michael Jackson, que trabalhou bastante com Quincy nos seus principais discos, "roubou muitas canções". Os Beatles eram "os piores músicos do mundo" e "Paul era o pior baixista que eu ouvi". Prince já tentou atropelar Michael Jackson com uma limousine. Elvis Presley "não conseguia cantar". O macaco de Michael Jackson, Bubbles, já mordeu sua filha, a atriz Rashida Jones. Frank Sinatra tentou fazer com que ele Quincy ficasse com Marilyn Monroe, mas ele recusou pois ela "tinha seios em formato de peras". Quando tinha 72 anos, Quincy Jones namorou Ivanka Trump, filha do presidente dos EUA, então aos 24 anos.
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22/02 - Gael García Bernal 'assalta' o Festival de Berlim com 'Museo' e exalta cultura mexicana
Ator apareceu de 'surpresa' em entrevista coletiva de filme sobre estudante que, em 1985, tentou roubo espetacular no Museu de Arqueologia. O ator mexicano Gael Garcia Bernal no tapete vermelho do 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim para a premièr de 'Museo' nesta quinta-feira (22) Stefanie Loos/AFP A Berlinale recebeu nesta quinta-feira (22) com aplausos o filme mexicano "Museo", no qual Gael García Bernal vive um enigmático estudante que, em 1985, ganhou as manchetes do país ao tentar executar um espetacular roubo no Museu de Arqueologia. Seu diretor, Alonso Ruizpalacios ("Güeros"), resgatou este acontecimento que manteve os mexicanos em alerta durante meses e obteve resultado: na exibição de seu filme, que disputa o Urso de Ouro neste 68º Festival Internacional de Berlim, o público, depois de ver algumas produções sombrias, riu e recebeu a obra com gratidão. O filme exalta o México: sua história, sua cultura e suas paisagens, pelas quais Juan (Gael García Bernal) e seu amigo Wilson (Leonardo Ortizgris) viajam após ter roubado na noite de Natal um autêntico tesouro do Museu de Arqueologia. "Me interessa celebrar meu país. Estou muito orgulhoso de ter podido filmar no museu e em Palenque", onde há um complexo arqueológico maia no estado de Chiapas, disse Ruizpalacios em entrevista coletiva em Berlim. Juan, um jovem estudante de Veterinária insatisfeito consigo mesmo e hostil com sua família, especialmente com seu pai (Alfredo Castro), convence Wilson, seu fiel amigo incapaz de contradizê-lo, de roubar o museu, que conhece muito bem por ter trabalhado nele. O roubo é facilmente executado, mas o que fazer com as peças depois? Os dois amigos não haviam previsto semelhante mobilização no país, atônito ante a perda de um tesouro histórico de valor incalculável, e ainda consternado pelo terrível terremoto que quatro meses antes havia deixado mais de 10 mil mortos. Embora em "Museo" o espectador seja advertido de início de que se trata de uma "réplica" da história real, Ruizpalacios admitiu que os feitos "acabaram sendo um obstáculo" para o filme, no qual trabalhou em uma versão livre. Tampouco as famílias dos dois assaltantes desejavam que o filme fosse feito e se negaram a participar. "De início nos pareceu um inconveniente, mas acabou sendo um presente", insistiu o cineasta. À margem do espetacular roubo, rodado minuciosamente com muitos planos que se sucedem em um ritmo acelerado, Ruizpalacios desejava "refletir essa viagem interior de crime e castigo" dos personagens. A chegada surpresa de García Bernal Mas da mesma forma que ainda não há nenhuma explicação oficial sobre o motivo do roubo, o diretor admite que depois de três anos explorando a personalidade do protagonista não teve uma resposta definitiva. "Tudo nele era contraditório. É frustrante para os mexicanos, mas temos que viver sem saber" suas motivações. Gael García Bernal, esperado na Berlinale nesta sexta-feira (23), surpreendeu ao aparecer durante a coletiva, logo após aterrissar em Berlim, em meio aos aplausos dos jornalistas. Até o diretor do festival, Dieter Kosslick, entrou na sala para abraçá-lo e parabenizá-lo: "Você conseguiu!", disse ao ator de "Diários de motocicleta", que contou que agora está ensaiando uma peça de teatro. Gael García Bernal admitiu que tinha apenas seis anos quando o roubo aconteceu. Lembra do terremoto, mas "nessa época quase não sabia o que era um museu. Na verdade não guardo nenhuma recordação", afirmou, sorrindo. O júri da Berlinale anunciará neste sábado (24) o filme vencedor do Urso de Ouro dos 19 que estão na disputa.
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22/02 - 'O país continua dividido', diz diretora de 'O processo', documentário sobre impeachment de Dilma
Maria Augusta Ramos apresentou documentário no Festival Internacional de Cinema de Berlim. Cineasta afirmou que democracia no Brasil está 'doente'. Dilma Rousseff em imagem do documentário 'O processo', de Maria Augusta Ramos Divulgação A sociedade brasileira continua profundamente dividida um ano e meio depois de a presidente Dilma Rousseff ter sofrido um impeachment e sido destituída, disse a diretora de um novo documentário sobre o período. "O processo", da cineasta Maria Augusta Ramos, mescla filmagens do julgamento de Dilma com imagens de manifestantes favoráveis e contrários a ela nas ruas. "Ele diz muito sobre o que está acontecendo neste momento", disse Maria Augusta em uma entrevista concedida nesta quinta-feira (22), um dia depois de sua produção estrear no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim. A exibição aconteceu na mostra Panorama, programação paralela do evento. "O país continua completamente dividido", declarou Maria Augusta Ramos. Dilma, a primeira mulher presidente do Brasil, perdeu o cargo em agosto de 2016, depois de um processo de impeachment que rachou a opinião pública em meio a um escândalo de corrupção e uma crise econômica. Seus aliados sustentam que sua deposição, decorrente das chamadas "pedaladas fiscais", foi um golpe. "Quando você tem um golpe parlamentar, isso tem consequências profundas para a sociedade como um todo em todos os níveis, e é isto que estamos vendo agora", argumentou a diretora. A democracia está "doente" no Brasil, e o país precisa lidar com grandes questões, disse ela. "É impossível, quando você tem um golpe de Estado, um golpe parlamentar... acreditar que isso não afetou em nada a democracia." Maria Augusta disse esperar que "O processo" ajude os brasileiros a enxergarem estes acontecimentos de uma maneira menos emotiva. O Brasil terá eleições em outubro e o popular ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva provavelmente será impedido de concorrer devido a uma condenação por corrupção em segunda instância. "Estou realmente preocupada com as eleições deste ano", disse Maria Augusta. "Espero sinceramente que tenhamos eleições realmente democráticas e abertas, com todos os candidatos nos quais o povo quer votar, e isso inclui Lula." Perto do fim, o documentário ressalta que, nove meses após o impeachment de Dilma, seu sucessor, Michel Temer, foi acusado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de corrupção. "A história se repete", afirmou Maria Augusta, acrescentando que a desilusão e a frustração são predominantes no Brasil.
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22/02 - 'Pantera Negra': analistas avaliam se filme com herói negro vai representar maior inclusão ou exceção no cinema
Boas bilheterias também na Europa podem fazer estúdios apostarem mais em diretores negros. Ava DuVernay ('Selma') será a primeira negra a dirigir blockbuster de mais de US$ 100 milhões. Marvel lança trailer do filme do 'Pantera Negra' O sucesso global e histórico de "Pantera Negra" e seu elenco basicamente negro pode finalmente prever dias felizes para diretores e atores negros, ou o novo filme de super-herói da Marvel será apenas uma exceção que confirma a regra? No primeiro fim de semana de exibição na América do Norte, o 18º filme do universo Marvel arrecadou US$ 242,2 milhões, com um total de US$ 426,6 milhões em todo o mundo. "As primeiras receitas estrangeiras de 'Pantera Negra' acabam com o mito de que filmes predominantemente negros não podem arrecadar dinheiro na Europa", explica Jeff Bock, analista da Exhibitor Relations, uma empresa que analisa as receitas cinematográficas. "Do ponto de vista dos resultados das bilheterias, nunca teria acreditado nisso", acrescenta, lembrando o sucesso da trilogia Blade com Wesley Snipes no início dos anos 2000. "Pantera Negra", uma adaptação das aventuras do primeiro super-herói negro criado pela Marvel em 1966, foi dirigido por Ryan Coogler ("Creed") e traz Chadwick Boseman ("42 - A história de uma lenda"). O filme, o primeiro do universo cinematográfico Marvel a se concentrar em um justiceiro negro, conta a história do luta do rei T'Challa para defender sua nação Wakanda, a mais avançada do universo Marvel. A Disney, empresa-mãe da editora/estúdio, explicou que espera um boca-a-boca "particularmente forte", de modo que as vendas de ingressos não hesitem. "Pantera Negra", o filme Marvel melhor colocado no Rotten Tomatoes, com uma pontuação de 96%, esmagou o recorde anterior de bilheteria para o feriado do President Day. Recebeu um orçamento faraônico, destinado a sua produção e promoção: US$ 350 milhões. E agora ? Chadwick Boseman e Michael B. Jordan em cena de 'Pantera Negra' Divulgação Agora que sabem que os filmes com protagonistas negros podem interessar a um público branco em todo o mundo e ser lucrativo, os grandes produtores de Hollywood poderão dar as chaves dos estúdios mais frequentemente para diretores negros. "Da mesma forma que 'Uma linda mulher' quebrou o teto de vidro e mostrou que as mulheres podiam arrassar nas bilheterias, 'Pantera Negra' deve provar que os negros americanos podem liderar os blockbusters com grandes produções", diz Jeff Bock. O exemplo consagrado até agora citado é o da franquia "Madea", de Tyler Perry: mais de US$ 500 milhões com oito filmes desde 2005, mas com apenas 1% de receita dos mercados europeus. Para o crítico Eric Kohn, "Pantera Negra" dá continuidade às produções de sucesso realizadas recentemente por americanos negros como "Moonlight: Sob a luz do luar", "Remédio para a melancolia", "Cara gente branca" ou "Corra!", que neste ano concorre ao Oscar. "De certa forma, é a conquista em grande escala de todos esses elementos cinematográficos americanos", disse ele no podcast da IndieWire's Screen Talk. "Obviamente, haverá várias sequências e o filme permanecerá no ar nos próximos anos. A questão agora é o que mais podemos esperar." O próximo filme Disney a capitalizar o sucesso de "Pantera Negra" é "Uma dobra no tempo", dirigido por Ava DuVernay ("Selma"), a primeira mulher negra a dirigir um blockbuster de mais de US$ 100 milhões. Em destaque, principalmente atores não-brancos: Oprah Winfrey, Mindy Kaling, Storm Reid, Gugu Mbatha-Raw e Michael Pena. "Este filme não é necessariamente visto como tendo a mesma abordagem em termos de representação como 'Pantera Negra'. Será que permitiremos que este assunto seja abordado em outros filmes que além deste?", questiona Eric Kohn. E conclui: "Podemos pensar que sim, porque obviamente vale a pena. Mas ainda existe essa desconexão em nossa indústria. Se ignorarmos os exemplos óbvios – os filmes – vemos que aqueles que controlam os estúdios continuam sendo os brancos".
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22/02 - Brit Awards: Dua Lipa se destaca na premiação dos melhores da música britânica
Cerimônia aconteceu em Londres nesta quarta-feira (21). Dua Lipa se apresenta no Brit Awards Reuters Dua Lipa foi um dos maiores destaques no Brit Awards, premiação para os melhores da música britânica. A cerimônia aconteceu em Londres nesta quarta-feira (21). A cantora inglesa de 22 anos, dona de sucessos como "New Rules", levou os prêmios de artista britânica e revelação. O rapper Stormzy também foi destaque, com as estatuetas de artista britânico e melhor álbum. LEIA MAIS: Como Dua Lipa virou a maior novidade do pop em 2017 dividida entre choro, dança e empoderamento? Os dois maiores vencedores se apresentaram no Brit Awards. A noite também teve shows de nomes como Foo Fighters e Kendrick Lamar Vencedores do Brit Awards (em negrito): Artista solo britânico Ed Sheeran Liam Gallagher Loyle Carner Rag’n’Bone Man Stormzy Artista solo britânica Dua Lipa Jessie Ware Kate Tempest Laura Marling Paloma Faith Grupo britânico Gorillaz London Grammar Royal Blood Wolf Alice The xx Revelação Dave Dua Lipa J Hus Loyle Carner Sampha Dua Lipa no tapete vermelho do Brit Awards Reuters Single britânico Rag’n’Bone Man – Human Calvin Harris – "Feels" (feat Pharrell Williams, Katy Perry and Big Sean) Clean Bandit – "Symphony" (feat Zara Larsson) Dua Lipa – "New Rules" Ed Sheeran – "Shape of You" J Hus – "Did You See" Jax Jones – "You Don’t Know Me" (feat Raye) Jonas Blue – "Mama" (feat William Singe) Liam Payne – "Strip That Down" (feat Quavo) Little Mix – "Touch" Álbum britânico Dua Lipa – Dua Lipa Ed Sheeran – ÷ J Hus – Common Sense Rag’n’Bone Man – Human Stormzy – Gang Signs & Prayer Vídeo de artista britânico Anne-Marie – Ciao Adios Calvin Harris – Feels (feat Pharrell Williams, Katy Perry and Big Sean) Clean Bandit – Symphony (feat Zara Larsson) Dua Lipa – New Rules Ed Sheeran – Shape of You Harry Styles – Sign of the Times Jonas Blue – Mama (feat William Singe) Liam Payne – Strip That Down (feat Quavo) Little Mix – Touch Zayn and Taylor Swift – I Don’t Wanna Live Forever Artista solo masculino internacional Beck Childish Gambino DJ Khaled Drake Kendrick Lamar Artista solo feminino internacional Alicia Keys Björk Lorde Pink Taylor Swift Grupo internacional Arcade Fire Foo Fighters Haim The Killers LCD Soundsystem
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22/02 - 'A forma da água', favorito ao Oscar, é processado por plágio nos EUA
Filho de dramaturgo alega que história é copiada de peça teatral de 1969. Estúdio nega acusação. Assista ao trailer de 'A forma da água' "A forma da água", filme que corre na frente entre os favoritos ao Oscar, virou alvo de um processo por plágio nesta quarta-feira (21), informa a agência Reuters. A acusação alega que a história é copiada de uma peça teatral de 1969. A ação foi arquivada em tribunal federal em Los Angeles, contra o diretor Guillermo del Toro, o produtor Daniel Kraus e o estúdio de cinema Fox Searchlight. Segundo a denúncia, eles "descaradamente copiaram a história, elementos, personagens e temas" da montagem de Paul Zindel, que morreu em 2003. A Fox negou a acusação, que classificou como "sem fundamento e totalmente sem mérito" em um comunicado divulgado pela agência. "A forma da água" é o líder de indicações ao Oscar, que acontece no próximo dia 4. A produção disputa 13 estatuetas, incluindo as de filme, diretor, roteiro, atriz e fotografia. O longa já foi premiado pelos sindicatos de produtores e diretores, os dois maiores “videntes” da categoria principal do Oscar. 'A forma da água' lidera indicações ao Oscar 2018 Divulgação Mais de 60 semelhanças O processo contra o filme foi aberto pelo filho de Zindel, David, e listou mais de 60 semelhanças com a peça "Let me hear you whisper". Elas incluem a história básica de "A forma da água", sobre uma faxineira solitária que trabalha em um laboratório científico durante a Guerra Fria, cria um vínculo amoroso com um ser aquático e elabora um plano para libertá-lo. Na peça de Zindel, a criatura é um golfinho. No filme, é um monstro meio homem, meio peixe. O processo afirma que, apesar "das semelhanças flagrantes entre a peça e o filme obviamente derivado, os réus nunca se importaram em buscar ou obter uma licença habitual" dos direitos da montagem teatral, nem se preocuparam em creditá-la. Para a Fox, o processo parece temporizado "para coincidir com o ciclo de votação do Oscar, para pressionar o nosso estúdio a se estabelecer rapidamente". "Em vez disso, nos defenderemos vigorosamente e, por extensão, esse filme inovador e original", acrescenta o estúdio.
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22/02 - Com 'Unsane', Steven Soderbergh troca a câmera pelo iPhone
Cineasta apresentou filme no Festival de Berlim e se mostrou disposto a repetir experiência, anunciado que na próxima semana gravará novo vídeo usando o celular. O diretor americano Steven Soderbergh durante apresentação do longa "Unsane" no festival Berlinale, em Berlin Stefanie Loos / AFP Adepto da experimentação, o cineasta americano Steven Soderbergh apresentou na Berlinale "Unsane", filmado com um iPhone, um novo capítulo de sua carreira, disposto a mostrar que os telefones celulares podem ter espaço na sétima arte. "É uma época fascinante para fazer filmes. Gostaria de ter um objeto destes quando tinha 15 anos", afirmou o diretor de filmes como de "Traffic" e "Sexo, Mentiras e Videotape". O diretor americano, de 55 anos, não é o primeiro a filmar um longa-metragem com um telefone celular: Sean Baker ("Projeto Flórida") gravou "Tangerine" (2015), que mostra um dia na vida de dois transexuais, com um smartphone, alegando motivos orçamentários. No ano passado, o francês Michel Gondry rodou um curta de 11 minutos, "Detour", a pedido da Apple. Mas Soderbergh é o primeiro que se mostra convencido e disposto a repetir a experiência: na próxima semana começará um novo filme com as mesmas condições. Entre as vantagens, o cineasta citou uma filmagem mais curta (duas semanas), uma equipe reduzida e menos tempo entre os ensaio e a produção. Mas também destacou vários pontos negativos, como a sensibilidade do celular às vibrações e a profundidade de campo, que deve ser trabalhada depois. "Unsane", exibido foram de competição no Festival de Berlim, conta a história de Sawyer Valentini, interpretada por Claire Foy, a rainha Elizabeth II da série "The Crown". Na Pensilvânia, a jovem, que vive sozinha, é levada para uma clínica psiquiátrica. No local, ela encontra um homem que acusa de persegui-la há vários anos. Tudo não passa de sua imaginação (como sugere o título do filme) ou ela está correta. Um thriller angustiante do início ao fim, com uma luz interna que acentua o aspecto sórdido da instituição psiquiátrica. Mas é difícil perceber à primeira vista que o filme foi rodado com um celular. O retrato de uma mulher supostamente assediada também reflete o debate atual sobre o consentimento nas relações sexuais, após o escândalo Harvey Weinstein em Hollywood. O filme também faz uma crítica à psiquiatria e ao negócio dos seguros médicos nos Estados Unidos, um tema já abordado por Soderbergh em "Terapia de Risco", de 2013, quando o diretor chegou a anunciar sua aposentadoria do cinema. O diretor mudou de ideia desde então e se dedicou especialmente às séries "The Knick", com Clive Owen, e mais recentemente "Mosaic", com Sharon Stone. "Voltei a apreciar a direção cinematográfica graças a "The Knick". Havia confundido minha frustração com a indústria do cinema com meu trabalho de cineasta", disse. Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes aos 26 anos por "Sexo, Mentiras e Videotape" (1989), Soderbergh tentou ao longo de sua carreira seguir o próprio caminho, alternando filmes de grande bilheteria com obras mais experimentais.
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22/02 - 'A grande jogada', 'Pequena grande vida' e 'Trama fantasma' chegam aos cinemas; G1 comenta em VÍDEO
Despedida de Daniel Day-Lewis, filme sobre poker com Jessica Chastain e novo de Matt Damon estão entre as estreias da semana. Veja trailers. Veja dicas de filmes da semana; Ibirapuera tem primeira edição de cinema ao ar livre A estreia mais esperada desta semana é "Trama Fantasma", que tem seis indicações ao Oscar deste ano. Mas os cinemas brasileiros também terão novidades como "A grande jogada" e "Pequena grande vida. Leia mais abaixo e veja comentários no vídeo acima. 'Trama fantasma' Assista ao trailer de 'Trama Fantasma' Seria digno de se perder 2 horas e 10 minutos no cinema só pelo fato de ser a despedida de Daniel Day-Lewis, que anunciou sua aposentadoria. O sétimo longa do diretor americano Paul Thomas Anderson, e seu primeiro filme britânico, é muito mais simples, seco e com roteiro mais redondinho do que seus anteriores. Sem inventar, ele discute uma relação tóxica (em vários sentidos) perdido entre o melodrama e o suspense. Também roteirista e até eventual cinegrafista, Anderson já se disse influenciado por Alfred Hitchcock. "Trama Fantasma" poderia ser um filme dos anos 40 feito pelo cineasta britânico. Leia mais. 'A grande jogada' Outra opção da semana é "A grande jogada", indicado ao oscar de roteiro adaptado. Este é o primeiro filme dirigido pelo roteirista Aaron Sorkin, ganhador do oscar pelo roteiro de "A rede social". Desta vez, ele conta a história de Molly Bloom, uma ex-esquiadora profissional que vira a maior organizadora de jogos de poker entre celebridades. O filme é uma boa se você gosta de histórias reais e da Jessica Chastain, que - pra variar - está muito bem. 'Pequena grande vida' "Pequena grande vida" é o novo filme do excelente diretor Alexander Payne, que já ganhou dois Oscars de melhor roteiro por "Os descendentes" e "Sideways". Com este novo projeto, ele passou em branco no Oscar, mas mesmo assim vale a pena ver esta história em que um cara decide se encolher para ter uma vida melhor. O elenco tem Matt Damon, Christoph Waltz e Kristen Wiig.
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22/02 - Jennifer Lawrence se diz ofendida por controvérsia sobre vestido
'Vocês acham que eu vou cobrir aquele vestido maravilhoso com um casaco e um cachecol? Eu estava do lado de fora por 5 minutos', afirmou a atriz após polêmica. Jennifer Lawrence durante divulgação do filme "Red Sparrow", em Londres Joel C Ryan/Invision/AP A atriz Jennifer Lawrence criticou nesta quarta-feira (21) uma controvérsia sobre uma foto sua usando um decotado vestido preto em uma área externa em um dia frio de Londres como sexista, ridícula e “não feminista”. A estrela vencedora do Oscar de 27 anos disse em publicação no Facebook que também ficou “extremamente ofendida” pelo que chamou de reações “completamente ridículas” nas redes sociais e mídia tradicional sobre a foto, tirada como parte de divulgação para seu próximo filme, “Operação Red Sparrow”. A foto, tirada em uma área externa em um dia de inverno em Londres mais cedo nesta semana, mostrava Lawrence com os ombros de fora usando um vestido preto, enquanto o ator Jeremy Irons e três colegas do elenco vestiam grossos casacos de lã. Muitos comentaristas viram a foto como um reflexo da pressão sobre mulheres em Hollywood para terem boa aparência, especialmente dadas as críticas anteriores de Lawrence à diferença salarial na indústria cinematográfica. “Verdadeira igualdade significa ou Jennifer Lawrence receber um casaco, ou Jeremy Irons ter que posar em um ensaio fotográfico com menos roupas”, tuitou a jornalista londrina Helen Lewis. A jornalista australiana Stephanie Peatling notou do Twitter que era “frio o suficiente para que os atores vestissem casacos e cachecóis para a entrevista coletiva e ainda assim a pobre Jennifer Lawrence está vestindo uma pequena quantidade de tecido que alguns podem chamar de vestido”. Os atores Jeremy Irons, Joel Edgerton, Jennifer Lawrence e Matthias Schoenaerts com o diretor Francis Lawrence durante lançamento do filme "Red Sparrow", em Londres Joel C Ryan/Invision/AP Lawrence, uma das atrizes mais cobiçadas de Hollywood, se pronunciou. “Aquele vestido Versace era fabuloso, vocês acham que eu vou cobrir aquele vestido maravilhoso com um casaco e um cachecol? Eu estava do lado de fora por 5 minutos. Eu ficaria na neve por aquele vestido porque eu amo moda e aquilo foi minha escolha”, escreveu no Facebook. “Isto é sexista, isto é ridículo, isto não é feminismo”, acrescentou. “Isto está criando distrações bobas para questões reais. Se toquem.” Jennifer Lawrence desabafa no Facebook Reprodução/Instagram
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22/02 - Phil Collins faz 1ª turnê solo no Brasil: veja tudo o que você precisa saber sobre os shows
Cantor inglês de 67 anos vai cantar no Rio, em São Paulo e Porto Alegre, com o Pretenders como atração de abertura. VÍDEO mostra top 5 com os principais sucessos desta turnê. Phil Collins faz 1ª turnê solo no Brasil: veja top 5 de hits Ele tem 67 anos e 37 de carreira solo, mas nunca tinha vindo sozinho ao Brasil. Com mais de 100 milhões de discos vendidos, Phil Collins começa nesta quinta-feira, no Rio, uma turnê que passa também por São Paulo e Porto Alegre (veja detalhes no fim do texto). Para fazer um esquenta para os shows, o G1 responde algumas perguntas sobre esta tardia estreia solo do cantor inglês no Brasil. Acima, veja um vídeo com um top 5 de hits que ele costuma cantar. Será a primeira vez de Phil Collins no Brasil? Não, ele já esteve acompanhado. É a primeira turnê sozinho no Brasil após 37 anos de carreira solo. Phil já esteve por aqui em 1977, quando tocou com o Genesis. Pode rolar alguma surpresa ou homenagem ao Brasil? Ele geralmente segue o set, sem surpresinhas. Em entrevista ao G1, em 2015, ele disse que "seria lindo" tocar por aqui. Ele contou que quando esteve no Brasil, nos anos 70, comprou vários discos do Milton Nascimento. Ele até cantarolou “Native dancer”, parceria de Milton com Wayne Shorter. Qual é a turnê? O nome da turnê é "Not dead yet" ("Ainda não morri"), mesmo nome da biografia lançada em 2016, na qual falou sobre carreira e o alcoolismo. Em 2011, ele havia anunciado sua aposentadoria, mas voltou ano passado. Quais sucessos ele toca? O começo já é com "Against All Odds (Take a Look at Me Now)", "Another Day in Paradise" e "One More Night" na sequência. "Take Me Home" é deixada para o bis e "In the Air Tonight" fica no meio. Ele toca bateria, fazendo lembrar os tempos do Genesis? Não. Em 1999, ele disse que não tocaria mais bateria. A decisão foi após cirurgia para reparar uma vértebra deslocada em seu pescoço. Ele perdeu parte da sensibilidade nos dedos e tem dificuldade para segurar baquetas. Embora tenha dito que recebeu "ok" dos médicos para tocar, ele deve apenas cantar duas do Genesis: "Follow You Follow Me" e "Invisible Touch". Quem toca bateria, então? O escolhido é Nic Collins, de 16 anos, filho do cantor. Ele vai cantar a trilha de 'Tarzan'? Provavelmente, não. "You’ll be in my heart”, trilha da animação da Disney, levou o Oscar, mas não vem sendo cantada por ele nesta turnê. Qual banda é a atração de abertura? O Pretenders vai abrir. A banda liderada pela vocalista Chrissie Hynde deve tocar hits da new wave dos anos 80 como “Back On The Chain Gang” e ”Don’t Get Me Wrong”. O set terá ainda a balada “I’ll Stand By You”, dos anos 90, e músicas de "Alone", álbum lançado no ano passado. Phil Collins Divulgação Qual o provável setlist dos shows de Phil Collins? "Against All Odds (Take a Look at Me Now)" "Another Day in Paradise" "One More Night" "Wake Up Call" "Follow You Follow Me" (do Genesis) "Can't Turn Back the Years" "I Missed Again" "Hang in Long Enough" "Separate Lives" (versão de Stephen Bishop) Duelo de bateria (Nic Collins & Louis Conte) "Something Happened on the Way to Heaven" "I Don't Care Anymore" "You Know What I Mean" "In the Air Tonight" "You Can't Hurry Love" (versão de The Supremes) "Dance Into the Light" "Invisible Touch" (do Genesis) "Easy Lover" (versão do Philip Bailey) "Sussudio" "Take Me Home" Rio de Janeiro Quando: Quinta-feira (22) Horários: 17h30 (abertura dos portões), 20h (Pretenders) e 21h30 (Phil Collins) Onde: Maracanã - Av. Pres. Castelo Branco, Portão 3 Ingressos: Pista premium (R$750), Pista (R$ 370), cadeira oeste ou leste (R$640), cadeiras inferiores oeste e leste (R$ 450), cadeira inferior sul (R$ 340), cadeira superior leste (R$ 360), cadeira superior sul (R$ 270). Compras pelo site Eventim. São Paulo Quando: Sábado (24) e domingo (25) Horários: 16h30 (abertura dos portões), 19h15 (Pretenders) e 21h (Phil Collins) Onde: Allianz Parque - Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca Ingressos: Pista premium (R$760), pista (R$ 390), cadeira inferior (R$ 490) e cadeira superior (R$ 350). Compras pelo site Eventim. Porto Alegre Quando: Terça-feira (27) Horários: 16h (abertura dos portões), 19h45 (Pretenders) e 21h15 (Phil Collins) Onde: Beira-Rio - Av. Padre Cacique, 891 - Praia de Belas Ingressos: Pista premium (R$ 680), pista (R$ 320), cadeira inferior (R$ 440), cadeira superior (R$ 270). Compras pelo site Eventim. Phil Collins Divulgação
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22/02 - 'Batalha de Dunkirk' no Oscar: G1 compara os filmes indicados que contam dois lados da mesma história
'Dunkirk' e 'O destino de uma nação' mostram Inglaterra encurralada na 2ª Guerra sob ponto de vista militar e político. G1 compara: Qual conta melhor a história? E qual tem mais chances no Oscar? O cerco alemão ao exército inglês em 1940 gerou um dos episódios mais dramáticos da 2ª Guerra Mundial e, 78 anos depois, dois filmes indicados ao Oscar 2018. O mesmo drama aparece sob o ponto de vista militar em "Dunkirk" e político em "O destino de uma nação". "Dunkirk", de Christopher Nolan, concorre a oito Oscars e "O destino de uma nação", de Joe Wright, a seis - ambos estão na categoria de melhor filme. Veja a lista completa. O G1 aproveita o embate do Oscar para medir as forças dos dois filmes em várias frentes: propriedade histórica, reações da crítica e do público e chances de levar estatuetas. Veja a comparação abaixo e leia mais a seguir: Batalha de Dunkirk - G1 compara os dois filmes que contam a mesma história de 1940 E aí, quem ganha a batalha? "Dunkirk" se sai melhor em dois embates importantes: É melhor na reconstrução da história, mesmo sem os personagens da época. Para além do "nossa, ele é igualzinho ao Churchill", o filme é mais certeiro no realismo da guerra e, especialmente, no sentimento de "derrota vitoriosa" na Batalha de Dunkirk. Já "O destino de uma nação" foi criticado por colocar figuras históricas reais em situações irreais (além da cena do metrô, a "sala de guerra" e as reações aos discursos de Churchill são outros exageros). Teve mais sucesso de crítica e público - mesmo considerando que foi uma produção mais cara, conseguiu se pagar mais de cinco vezes, enquanto o rival multiplicou o orçamento quase por quatro. O último embate, o do Oscar, está indefinido. "Dunkirk" saiu na frente com duas indicações a mais. Nenhum dos dois é favorito para o prêmio de melhor filme. Mas "O destino de uma nação" já tem uma estatueta importante quase garantida para Gary Oldman. Nos prêmios técnicos, "O destino de uma nação" é favorito em maquiagem. "Dunkirk" tem chances nas categorias de edição e nas de som (trilha, mixagem e montagem). Eles concorrem diretamente em design de produção e fotografia, mas não são os mais cotados. 'Filmes do Brexit'? Os dois longas também apanharam juntos. É que, apesar da maioria de elogios, parte da imprensa inglesa viu este duplo resgate da mesma história de 1940 como um símbolo da era do Brexit - ou seja, da Inglaterra que se acha superior ao resto da Europa. Para o colunista Ian Jack, do jornal "The Guardian", "Dunkirk" e "O destino de uma nação" "dão combustível às fantasias do Brexit". Ele aponta um heroísmo nacionalista exagerado, reavivado agora com a saída da União Europeia - o retrato dos franceses incapazes nos dois filmes seria um exemplo. 'Mashup de trailers' Uma mistura dos trailers mostra como o retrato da crise no campo de batalha e nos corredores políticos podem se complementar. Veja abaixo "mashup" montado e divulgado por um fã em redes sociais no fim do ano passado e, em seguida, veja os trailers oficiais: Assista ao trailer de 'O Destino de Uma Nação' Veja trailer de 'Dunkirk', novo filme de Christopher Nolan
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21/02 - Jaspion ganhará filme rodado no Brasil
Produção marcará os 30 anos do personagem no país. Série japonesa foi exibida pela primeira vez na TV brasileira em 1988. Jaspion, herói famoso da década de 1980, representado por fã no Anime Friends Caio Kenji/G1 O famoso herói japonês Jaspion ganhará um longa-metragem rodado no Brasil, para celebrar os 30 anos do personagem no país. A empresa de mídia Sato Company anunciou a produção do filme nesta quarta-feira (21). Lançada em 1985 no Japão, a série de TV que popularizou o herói chegou ao Brasil em 1988, exibida pela Rede Manchete. O filme será estrelado por atores brasileiros, segundo a produtora. O elenco deverá ser anunciado em agosto, em meio às comemorações dos 110 anos da imigração japonesa no Brasil. Informações sobre a sinopse da história não foram divulgadas, assim como o nome de quem dirigirá o longa. A estreia é prevista para meados de 2019. Jaspion em cena de série de TV japonesa Divulgação
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21/02 - Racionais MC's vão dar pausa na carreira por tempo indeterminado, diz KL Jay a revista
Músico disse que a banda está vai interromper atividades no palco e no estúdio sem previsão de retorno, em entrevista à revista 'Rolling Stone Brasil'. Racionais MCs Divulgação Os Racionais MC's estão em uma pausa na carreira sem previsão de retorno, disse KL Jay, DJ do grupo, em entrevista à revista "Rolling Stone Brasil", publicada nesta quarta-feira (21). O último álbum de estúdio do quarteto de rap de SP foi "Cores & Valores", lançado em 2014, o quarto disco dos Racionais. Os membros agora vão de dedicar às suas carreiras solo e projetos paralelos. Um dos compromissos é o show do vocalista Mano Brown no festival Lollapalooza SP. Ele se apresenta no sábado, dia 24, segundo dos três dias do evento (veja a programação completa). “O Racionais está de férias coletivas por tempo indeterminado. De show também, inclusive de shows. É muito peso. Racionais é uma carga muito forte, né? Se continuar fazendo show [a gente] fica louco. Os quatro, fica tudo louco. Trabalhamos muito no ano passado. Tipo, muito mesmo. Isso tudo cansa, cansa espiritualmente", disse o DJ à revista.
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21/02 - Esposa de Chris Cornell culpa remédio para dor pelo suicídio do músico
Vicky Karayiannis concedeu primeira entrevista após morte de vocalista do Soundgarden e Audioslave, em maio de 2017.  Chris Cornell se apresenta com o Soundgarden no festival Lollapalooza em Chicago, nos EUA, em agosto de 2010 Nam Y. Huh/AP/Arquivo Vicky Karayiannis, esposa do músico Chris Cornell, morto em maio de 2017, afirmou em entrevista que o médico do seu marido não poderia ter prescrito o remédio que Cornell tomava para a dor. E que o medicamento foi o que causou o suicídio do vocalista do Soundgarden e do Audioslave aos 52 anos. A entrevista foi ao ar nesta quarta-feira (21) no programa "Good Morning America", da emissora ABC, e foi a primeira de Vicky Karayiannis após a morte de Cornell. "Cerca de 1 ano antes dele morrer, prescreveram benzodiazepina para ajudá-lo a dormir. Ele havia deslocado o ombro e reclamava que a dor estava o acordando. Posteriormente, descobri que esse remédio não poderia ser prescrito para quem está se reabilitando", disse Karayiannis. "Se for prescrito, ele precisaria ser monitorado de perto e não poderia tomar por mais de 2 ou 3 semanas. Mas ele teve uma recaída. Em 7 dias, tomou 20 e poucas pílulas. Em 9 dias, tomou 33". A viúva de Chris Cornell contou ainda que o músico nunca teria deixado esse mundo, que amava sua vida, e que queria viver pela família e pelos filhos. "Não acredito que ele poderia ter tomado qualquer decisão devido ao seu nível de deterioração. As pessoas falam para eu não me culpar. Eu estou tentando. Mas havia sinais", ela lamentou. Chris Cornell posa com a esposa, Vicky Karayiannis, a filha Toni (centro) e o filho Christopher Nicholas na chegada para uma pré-estreia de filme em Nova York em abril de 2017 Nicholas Hunt/Getty Images/AFP Chris Cornell foi encontrado morto em um hotel de Detroit (EUA) em 17 de maio de 2017, na mesma noite em que o Soundgarden se apresentou na cidade. Médicos legistas confirmaram a causa da morte como suicídio por enforcamento. Substâncias de cinco tipos diferentes de medicamentos foram encontrados no corpo de Chris Cornell em exames toxicológicos após sua morte, segundo o site TMZ. Ele teria tomado quatro comprimidos de Lorazepam, um relaxante muscular e sedativo, e mais outros quatro medicamentos. Ídolo do grunge Christopher John Boyle nasceu em Seattle em 20 de julho de 1964. Ele foi um dos principais nomes do movimento grunge, formando o Soundgarden ao lado do guitarrista Kim Thyail e do baixista Hiro Yamamoto, em 1984. Depois, Cornell formou o supergrupo Audioslave, com membros do Rage Against the Machine (Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk). Em 2007, se concentrou em carreira solo que foi do pop rock ao acústico antes da volta do Soundgarden, em 2010. O cantor ficou conhecido pela voz rasgada e pelas performances virtuosas, quase sempre acompanhada por arranjos com guitarras e baixos cheios de peso. Além da parte musical, Cornell também foi um dos principais galãs do grunge, principalmente nos anos 1990.
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21/02 - Steven Soderbergh mostra no Festival de Berlim 'Unsane', filme gravado com iPhone
Longa mostra mulher que sofre assédio de psicopata e clínica psiquiátrica que comete fraudes. Claire Foy e Joshua Leonard são os protagonistas. O ator Joshua Leonard (à esquerda) e o diretor Steven Soderbergh mostram o filme 'Unsane', todo gravado com um iPhone, no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim, nesta quarta-feira (21) Hannibal Hanschke/Reuters O diretor americano Steven Soderbergh apresentou nesta quarta-geira (21) no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim o filme "Unsane", que "une técnica e conteúdo" e foi gravado com um iPhone. O longa narra a história de uma mulher sob o assédio de um psicopata e de uma clínica psiquiátrica que pratica fraudes sistemáticas. "Não é um filme sutil. Nunca tinha trabalhado tão perto de um rosto como agora", afirmou o cineasta, para quem a técnica digital do iPhone permite "o absoluto imediatismo", o que encaixa se perfeitamente com o assédio ao qual a protagonista é submetida. Soderbergh se apresentou na Berlinale acompanhado do protagonista masculino, Joshua Leonard, mas não da atriz principal do filme, Claire Foy. A atenção em torno do uso do iPhone e o que essa técnica experimental permite ao diretor repercutiu mais que o tema do assédio, com apenas algumas intervenções sobre a campanha #MeToo e os escândalos por abusos sexuais, cujo debate tem tomado conta do mundo do cinema. "Gravamos o filme antes do início do #MeToo. Mas, certamente, o assédio é um tema muito presente no filme", explicou o cineasta a respeito da personagem feminino exposta a um psicopata, que ignora a sua rejeição e tenta forçá-la. O novo longa-metragem de Soderbergh ofuscou os dois filmes da competição no sétimo dia do evento, que já exibiu 14 dos 19 candidatos ao Urso.
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21/02 - Gal Gadot, Mark Hamill e Zendaya serão apresentadores no Oscar
Armie Hammer, Oscar Isaac e Lin-Manuel Miranda também estão no time, anunciado nesta quarta (21). Cerimônia acontecerá em 4 de março. A modelo e atriz israelense Gal Gadot, intérprete da Mulher Maravilha, durante o painel do filme na Comic-Con International: San Diego 2016 Chris Pizzello/Invision/AP Gal Gadot, Mark Hamill, Armie Hammer, Oscar Isaac, Lin-Manuel Miranda, Gina Rodríguez, Eva Marie Saint, Wes Studi, Kelly Marie Tran e Zendaya farão parte da lista de apresentadores da 90ª edição do Oscar, anunciou nesta quarta-feira (21) a Academia de Hollywood em um comunicado. "Juntos, esses artistas representam alguns dos filmes mais queridos da nossa geração", indicaram Michael De Luca e Jennifer Todd, produtores da cerimônia. "É uma honra dar a eles as boas-vindas ao palco da 90ª edição do Oscar", acrescenta a nota. Gadot foi um dos principais nomes de 2017 no cinema por ter estrelado o filme "Mulher-Maravilha", papel que repetiu em "Liga da Justiça". Após ter estreado a personagem em "Batman vs. Superman: A origem da justiça" (2016), a atriz interpretará a heroína pela quarta vez no ano que vem em "Mulher-Maravilha 2". Mark Hamill na pré-estreia de 'Star Wars: Os Últimos Jedi' Mario Anzuoni/Reuters Mark Hamill, Oscar Isaac e Kelly Marie Tran apareceram em "Star Wars: Os últimos Jedi", filme de maior arrecadação no ano passado. Já Armie Hammer protagonizou, ao lado de Timothée Chalamet, "Me chame pelo seu nome", indicado ao Oscar de melhor filme. Por sua vez, Lin-Manuel Miranda fez parte do elenco de "A volta de Mary Poppins", e Gina Rodríguez está no filme de ficção científica "Aniquilação", que estreia nesta semana nos Estados Unidos. Eva Marie Saint ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante por "Sindicato de ladrões" (1954), filme no qual estreou no cinema e que protagonizou ao lado Marlon Brando. Wes Studi estreou recentemente "Hostiles", e em sua carreira aparecem títulos como "Avatar" (2009), "O último dos moicanos" (1992) e "Dança com Lobos" (1990). Por último, Zendaya é uma das estrelas do musical "O rei do show", que arrecadou US$ 350 milhões em todo o mundo. Zendaya em cena de 'Homem-Aranha: De volta ao lar' Divulgação Previamente, foram anunciados como apresentadores os nomes de Mahershala Ali, Chadwick Boseman, Viola Davis, Laura Dern, Jennifer Garner, Greta Gerwig, Tiffany Haddish, Tom Holland, Kumail Nanjiani, Margot Robbie, Emma Stone e Daniela Vega. A edição de 2018 do Oscar acontecerá em 4 de março no Teatro Dolby, em Los Angeles.
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21/02 - 'O processo', documentário sobre o impeachment de Dilma Rousseff, é exibido no Festival de Berlim
Filme de Maria Augusta Ramos acompanhou durante duas semanas o momento político em Brasília em abril de 2016. Dilma Rousseff em imagem do documentário 'O processo', de Maria Augusta Ramos Divulgação Em abril de 2016, a cineasta Maria Augusta Ramos decidiu filmar por duas semanas os momentos de turbulência política vivida pela então presidente Dilma Rousseff. Não imaginava que acabaria fazendo um documentário exclusivo sobre o impeachment de Dilma, tal como viveu sua defesa. "O processo" foi apresentado nesta quarta-feira (21) no 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim. A exibição aconteceu na mostra Panorama, programação paralela do evento. No ano passado, também em Berlim, vários cineastas brasileiros alertaram para a suposta ameaça que representava para a cultura o governo de Michel Temer, que, como vice de Dilma, assumiu a presidência. Cerca de 300 personalidades do audiovisual brasileiro pediram, em uma declaração, o apoio dos representantes do cinema internacional, da mesma forma que, meses antes, a equipe do filme "Aquarius", dirigido por Kleber Mendonça, havia denunciado no tapete vermelho do Festival de Cannes o que consideravam um golpe de Estado. O documentário de Maria Augusta mostra como a equipe que defendeu Dilma, acusada de maquiar as contas públicas, preparou sua estratégia e lutou até o final, apesar de estar cada vez mais consciente de que a destituição, apoiada pela oposição, seria inevitável. Sem voz em "off" nem entrevistas, o documentário de mais de duas horas de duração mostra, além disso, as conversas de corredor, os encontros de dirigentes políticos, assim como os momentos de tensão nos bastidores e nas ruas, sintoma do clima de polarização que tomou conta dos brasileiros. Artífices da defesa ante à comissão especial que conduziu o processo de impeachment' o advogado José Eduardo Cardozo e a senadora Gleisi Hoffmann, que é a atual presidente do PT, se transformam assim em protagonistas de um documentário em que Dilma é onipresente, mesmo que seja apenas mostrada falando à imprensa ou fazendo pronunciamentos. "Faço filmes para entender a realidade", afirmou Maria Augusta à AFP. "O que estava acontecendo no Brasil me preocupava muito." Ela é autora de uma trilogia sobre o sistema judicial de seu país e vencedora de vários prêmios no exterior. Maria Augusta explica que a defesa de Dilma concedeu um amplo acesso ao processo. "Conheciam meu trabalho e confiavam em mim. Houve poucas exceções por parte de alguns senadores que optaram por deixar uma reunião quando eu entrava com a câmara", explica a cineasta, enfatizando que a oposição preferia não se deixar filmar. Ela assegura, no entanto, que a todo momento pôde trabalhar com independência total. Seu filme não pretende "mudar a opinião de ninguém", segundo ela. "Não sou uma ativista, caso contrário faria filmes mais fáceis", afirma, definindo sua obra como essencialmente um documento histórico. Repercutindo o mal-estar expressado no ano passado por seus colegas na Berlinale, Maria Augusta concorda que a situação política, econômica e cultural piorou desde a posse de Temer, que pôs fiz a mais de 13 anos de governo de esquerda. "A direita e a extrema-direita ganharam muita força, propagando suas ideias (conservadoras) na sociedade", lamenta, dando como exemplo a proibição de uma exposição de arte por seu conteúdo sexual, o que causou um grande debate.
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21/02 - Karla Souza, atriz de 'How To Get Away With Murder', afirma que foi estuprada por diretor no início da carreira
Atriz contou para a CNN, sem citar nomes, que foi abusada sexualmente  durante gravação de longa no México. Karla Souza Paul A. Hebert/AP Karla Souza, conhecida por atuar na série “How To Get Away With Murder”, afirmou nesta terça-feira (20) que foi abusada por um diretor quando sua carreira no cinema e na TV estava começando a despontar. Hoje, com 32 anos, ela contou em entrevista a CNN que não pode divulgar o nome do diretor, mas afirmou que foi assediada ao longo de toda a gravação, que aconteceu no México. “Ele me agrediu violentamente e, sim, me estuprou", afirmou Karla. Ela ainda contou que ficou separada dos outros atores do elenco e hospedada em um hotel diferente do casting. Nele, estavam apenas ela e o tal diretor. Souza afirmou que ele começou a fazer abordagens em seu quarto durante as madrugadas dizendo que era para falar "sobre as cenas da filmagem". “Era 2 da manhã”, afirmou a atriz. Initial plugin text Souza conta ainda que por não ceder às investidas do diretor, ele começou a humilhá-la em frente aos outros atores. Depois de perceber que nada poderia ser feito, Souza contou que acabou se deixando "ser beijada e tocada de forma que eu não queria que me tocasse". A atriz relembrou que foi em uma dessas situações que o diretor a estuprou. Segundo informou a agência EFE, a Televisa anunciou ainda na terça-feira (20) o rompimento "imediato" da sua relação de trabalho com o produtor e diretor mexicano Gustavo Loza. Através de um comunicado, a emissora afirmou que diante das denúncias públicas da atriz "e depois de uma investigação preliminar" decidiu "romper de maneira imediata toda relação trabalhista com o senhor Gustavo Loza". Após o comunicado, a CNN tentou entrar em contato novamente com Souza para saber se ela se referia ao diretor no depoimento, mas não conseguiu retorno.
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21/02 - Justiça derruba liminar que proibia peça com Jesus trans: ‘Basta não assistir’, diz relator
Espetáculo 'O Evangelho segundo Jesus, Rainha do Céu' foi proibido de ser encenado no ano passado, em Jundiaí (SP).  Peça 'O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu' foi cancelada em Jundiaí Divulgação O Tribunal de Justiça de São Paulo revogou a liminar que proibia a encenação da peça "O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu" no Sesc de Jundiaí (SP). A apresentação da peça havia sido proibida por uma liminar em setembro do ano passado, após uma moradora entrar com uma ação na Justiça contra o espetáculo. Após a proibição, o Sesc de Jundiaí interpôs um agravo de instrumento pedindo a liberação da peça, que foi acatada, também em caráter provisório. O acórdão do Tribunal de Justiça publicado nesta segunda-feira (19) confirmou a liminar que derruba a proibição da peça. Para o relator do acórdão, desembargador José Luiz Mônaco da Silva, a proibição “feriu de morte a atividade artística da atriz transgênero que interpreta o personagem bíblico Jesus Cristo.”. “Pode-se até não concordar com o conteúdo da peça, mas isso não é motivo suficiente para alguém bater às portas do Judiciário para impedir a sua exibição. Basta não assistir ao espetáculo!”, ressaltou. O julgamento teve a participação também dos desembargadores Erickson Gavazza Marques e James Siano e Moreira Viegas. Todos foram favoráveis à revogação da liminar que proibia a encenação da peça na cidade. Na decisão, o relator ressalta ainda que a peça tem caráter ficcional e objetiva fomentar o debate sobre os transgêneros sem ultrajar a fé cristã. “Impedir a exibição do espetáculo “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” é proibir a atividade artística é violar a lei que prevê a livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.” Apesar do acórdão, ainda não há uma nova data de apresentação da peça na cidade. Proibição Na liminar que proibiu a encenação da peça, o juiz Luiz Antônio de Campos Júnior, da 1º Vara Cível de Jundiaí, dizia: "Uma vez que, muito embora o Brasil seja um Estado Laico, não é menos verdadeiro o fato de se obstar que figuras religiosas e até mesmo sagradas sejam expostas ao ridículo, além de ser uma peça de indiscutível mau gosto e desrespeitosa ao extremo." O espetáculo é uma mistura de monólogo, contação de histórias e traz Jesus representado por uma mulher transgênero. O grupo teatral que encenaria o espetáculo - classificado para maiores de 18 anos - lamentou a decisão da Justiça na época. Na ocasião, em uma publicação nas redes sociais a diretora da peça, Natália Mallo disse que foi a primeira vez que o espetáculo foi impedido de ser apresentado. Depois, em entrevista ao G1, ela disse que já esperava que o Tribunal de Justiça de São Paulo fosse tomar uma decisão favorável à peça. "Aquela liminar era muito explícita na crença pessoal e até no preconceito, que orientou aquela primeira decisão. E era juridicamente muito frágil. Então, a gente já esperava esse resultado, mas o recebemos com alegria, é claro". Dias após ser proibida em Jundiaí, a peça foi encenada em São José do Rio Preto (SP), onde foi ovacionada por centenas de espectadores. Do lado direito, a diretora da peça, ao lado da atriz que encena Jesus Lilian Fernandes Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí
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21/02 - 'Sonic': filme baseado no game vai estrear nos EUA em 15 de novembro de 2019
Longa sobre personagem da Sega deve misturar live action e computação gráfica. Produtor é o mesmo de 'Velozes e Furiosos'. O personagem Sonic, da Sega Gustavo Petró/G1 Quatro anos após ter sido anunciado, o filme baseado no game "Sonic" ganhou data de estreia nos Estados Unidos e vai entrar em cartaz em 15 de novembro de 2019, informa a revista "The Hollywood Reporter" nesta quarta-feira (21). Responsável pela produção, originalmente intitulada "Sonic the Hedgehog", a Paramount planeja misturar técnicas de live action (com atores de carne e osso) e CGI (computação gráfica) para dar vida ao popular personagem da Sega. O produtor responsável pelo projeto é Neal H. Moritz ("Velozes e Furiosos"). A produção-executiva vai ser assinada por Tim Miller (diretor de "Deadpool"). Já a direção caberá ao estreante Jeff Fowler, com roteiro de Pat Casey e Josh Miller. Sonic surgiu em 1991, como uma resposta da Sega para Mario, personagem da Nintendo. O game vendeu mais de 360 milhões de cópias, em diversas plataformas, desde então.
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21/02 - 'Pantera Negra' bate recordes em bilheterias pelo mundo
Filme da Marvel deve seguir com bons números e ainda não estreou nos lucrativos mercados chinês e japonês. Chadwick Boseman e Michael B. Jordan em cena de 'Pantera Negra' Divulgação As projeções se cumpriram: "Pantera Negra", o primeiro filme da Marvel dedicado a um super-herói negro, pulverizou a bilheteria americana em seu fim de semana de estreia, com um recorde de arrecadação de US$ 242,2 milhões. Este montante foi obtido no fim de semana prolongado pelo feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos, celebrado na segunda-feira, segundo cifras consolidadas da empresa especializada Exhibitor Relations, que destacou uma bilheteria de US$ 202 milhões entre sexta e domingo, superando as projeções. Com os US$ 40,2 milhões de segunda-feira, o filme foi o recordista neste feriado, superando os US$ 152,1 milhões obtidos em 2016 com "Deadpool". O filme somou, ainda, US$ 184,6 milhões fora dos Estados Unidos e do Canadá. No Brasil, arrecadou US$ 10,6 milhões e no México, US$ 10,1 milhões. Marvel lança trailer do filme do 'Pantera Negra' E ele ainda não estreou nos lucrativos mercados chinês e japonês. No total, "Pantera Negra" - dirigido por Ryan Coogler, soma US$ 426,6 milhões em bilheteria, mais que outros filmes da Marvel, como "Capitão América, o primeiro vingador" (2011) e "Hulk: o homem incrível" (2008) somaram em todo o tempo em que ficaram em cartaz. O filme da Marvel Studios - de propriedade da Disney - conta com um elenco composto quase totalmente por atores negros. Chadwick Boseman ("Message from the King", "Marshall") interpreta o Pantera Negra, também conhecido como T'Challa, rei e protetor da fictícia Wakanda, que é um personagem em si mesmo porque desafia também o estereótipo dos pasies africanos: esta é a utopia de uma nação rica, nunca antes colonizada e que estuda receber refugiados de regiões mais pobres. Destacam-se no elenco os americanos Michael B. Jordan, Danai Gurira, Angela Bassett e Forest Whitaker; os ingleses Daniel Kaluuya - de ascendência ugandense - e Letitia Wright - que cresceu na Guiana -, e a mexicana-queniana Lupita Nyong'o. Entre seus muitos feitos, a produção chama atenção por ser a segunda maior estreia em um fim de semana prolongado, atrás de "Guerra nas Estrelas: o despertar da força" (US$ 288,1 milhões) e à frente do mais recente filme da franquia, "Os últimos Jedi" (US$ 241,6 milhões). 'Pantera Negra' é filme de super-heróis com elenco principal 100% negro
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21/02 - Javier Bardem faz campanha para  prevenção do Oceano Antártico
'Embora tenha viajado muito, nunca havia visto nada parecido. O trabalho da natureza supera tudo', disse ator. Javier Bardem Reuters Javier Bardem entrou em uma diminuta cápsula submarina e desceu até as profundezas do Oceano Antártico, mas não estava rodando um filme e sim fazendo uma campanha internacional que defende que a zona seja declarada um santuário marinho. O ator espanhol partiu em janeiro de Punta Arenas (Chile) a bordo do "Arctic Sunrise", o barco quebra-gelo do Greenpeace, embarcando em uma aventura de sete dias em um dos lugares mais recônditos da Terra, como explicou nesta terça-feira em Berlim. "Embora tenha viajado muito, nunca havia visto nada parecido. O trabalho da natureza supera tudo", afirmou ao apresentar, junto com membros do Greenpeace, a campanha para proteger uma área de 1,8 milhão de km² entre a Antártida e Argentina. A Comissão do Oceano Antártico se reunirá em outubro para discutir a proposta da União Europeia, inicialmente promovida pela Alemanha, para proteger a biodiversidade da área criando um santuário marinho, que se tornaria o maior do mundo. Um 'pirata' pouco afeito ao mar Além de ceder seu à campanha - que em um mês reuniu na internet um milhão de assinaturas -, Bardem está produzindo um documentário, "Santuario", sobre sua expedição, junto com o diretor Alvaro Longoria, que ganhou um Goya em 2013 por "Filhos das Nuvens: A Última Colônia", sobre o Saara Ocidental. O ator de "Piratas do Caribe" brincou sobre seu instinto marinho. "Não é o mesmo quando você está em um barco de verdade. Os marinheiros apontavam para mim rindo, porque eu não parava de vomitar", contou. Bardem faz parte do pequeno grupo de cerca de 50 pessoas no mundo que subiram a bordo de um submarino científico de dois lugares para explorar as profundezas nesta área localizada no Mar de Weddell, perto da Península Antártica. A 270 metros abaixo da superfície do mar, o ator vencedor do Oscar disse que não sentiu nenhuma pressão. "Cheguei a quase adormecer. Pensei que talvez não tivesse oxigênio suficiente, mas a realidade era que eu estava completamente relaxado diante dessa paisagem de uma escuridão total". Seu envolvimento na campanha, explicou ele, responde ao interesse de qualquer cidadão. "Eu vou completar 49 anos, tenho dois filhos (com a atriz Penélope Cruz) e não podemos deixar esse mundo morrer, você não precisa ser cientista para entender isso". Contracorrente de Trump "Precisamos de líderes políticos que façam a diferença, que nos guiem", reclamou. Bardem considerou, por outro lado, que a obstinação de Donald Trump, que lidera a maior potência mundial, em negar a existência das mudanças climáticas, tem seu lado positivo: "O fato de que ele é contra, faz com que mais pessoas se juntem a causa", disse ele. "Se você vê que (Trump) está fazendo algo, faça o contrário e você estará certo", insistiu. De acordo com o Greenpeace, pelo menos 30% das águas internacionais deveriam ser protegidas da atividade humana e declaradas santuários marinhos, em comparação com os atuais 1%. Para a ONG, que realiza uma missão de três meses nesta área do Oceano Antártico para estudar os ecossistemas, a pesca representa um sério risco, especialmente pela captura de krill, um crustáceo planctônico que é o principal alimento das baleias e indispensável para toda a cadeia alimentar. Sandra Schöttner, membro do Greenpeace, defendeu a importância da campanha para coibir os interesses econômicos não só da indústria pesqueira, já presente na área, mas também "os projetos de mineração e petróleo e gás que preparam alguns governos", disse, sem citá-los. Schöttner aplaudiu a proposta paralela da Argentina e do Chile para criar uma área marinha protegida (MPA) na zona e apresentou o país como um "bom exemplo para proteger e explorar de forma controlada", referindo-se a suas atividades de pesca.
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21/02 - 'BBB18': Nayara é a quarta eliminada do reality após receber 92,69% dos votos
Jornalista enfrentou paredão contra Gleici e Mahmoud na noite desta terça-feira (20) e bateu recorde em índice de rejeição. Nayara, participante do 'BBB18' Divulgação Mais um participante deu adeus ao “BBB18”. Na noite desta terça-feira (20), Nayara foi eliminada do reality show após receber 92,69% dos votos. Com o número, a jornalista ultrapassou o índice de rejeição em Paredão triplo no “BBB”, que até semana passada era de Ana Paula. A estudante deixou a casa após receber 89,85% dos votos. Antes delas, quem tinha o mais alto número era Elis, do “BBB17”. Nayara estava em um paredão triplo contra Gleici e Mahmoud após indicação dos líderes da semana: Ana Clara e Ayrton, pai e filha da família Lima. Nayara tem 33 anos e, antes do entrar no “BBB”, trabalhava no setor financeiro de uma multinacional francesa. Também era hostess de um restaurante e revisora de textos. Durante 12 anos, estudou piano. "Eu costumo dizer que não sou uma jornalista, e sim uma comunicadora nata", afirmava Nayara antes de ingressar no programa. A sister, que aproveitava bastante as festas do programa, afirmava ainda que gostava de sair à noite para ouvir música instrumental e jazz. "Não adianta, gente, eu tenho carisma. E se alguém não gostar de mim, é porque quer ser como eu", avaliou dias antes de estrear no reality. Nayara é eliminada do "BBB18" TV Globo
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21/02 - George Clooney se unirá a jovens da Flórida em marcha por controle de armas em Washington
Justin Bieber, Lady Gaga e Cher também expressaram apoio aos esforços dos estudantes que organizam o manifesto nas redes sociais. O ator George Clooney Getty Images O ator George Clooney e sua esposa, Amal, disseram nesta terça-feira (20) que vão doar US$ 500 mil (cerca de R$ 1,6 milhão) à "Marcha por Nossas Vidas" que acontecerá em Washington e que caminharão ao lado de estudantes para apoiar o controle de armas, depois de um incidente com tiros em uma escola na Flórida deixar 17 mortos na semana passada. "Nossa família estará lá no dia 24 de março para ficar lado a lado desta geração incrível de jovens de todo o país, e em nome de nossos filhos, Ella e Alexander, estamos doando US$ 500 mil para ajudar a pagar por este evento revolucionário. As vidas de nossos filhos dependem disso", disse Clooney, em comunicado. Um dia após o tiroteio, o presidente americano Donald Trump assinou um memorando que recomenda ao secretário de Justiça dos Estados Unidos, Jeff Sessions, propor uma legislação para proibir dispositivos como os "bump stocks", que permitem que fuzis semiautomáticos deem rajadas contínuas, funcionando de maneira semelhante aos automáticos. Doações frequentes O ator de "Onze Homens e um Segredo" e sua esposa e advogada de direitos humanos, Amal, que deu à luz aos gêmeos Ella e Alexander em 2017, são conhecidos por doar grandes quantias de dinheiro a causas políticas. No ano passado, eles doaram US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,2 milhões) à organização de assistência legal Southern Poverty Law Center depois que uma manifestação de supremacistas brancos em Charlottesville, no Estado da Virgínia, provocou protestos e a morte de uma mulher. Alunos da escola de ensino secundário Marjory Stoneman Douglas, da Flórida, onde um ex-aluno de 19 anos foi acusado de cometer um massacre com um fuzil de assalto semiautomático estilo AR-15 no dia 14 de fevereiro, estão ajudando com o planejamento da marcha. A "Marcha por Nossas Vidas" é uma das várias manifestações sendo organizadas por alunos de todo o país em apoio a leis mais rigorosas de controle de armas e em desafio a políticos que eles dizem ter sido incapazes de protegê-los. Diversos ônibus de estudantes da Flórida seguiram para a capital do Estado, Tallahassee, nesta terça-feira para pedir a proibição de fuzis de assalto. Outras celebridades expressaram seu apoio aos esforços dos estudantes nas redes sociais, como Justin Bieber, Lady Gaga e Cher. "Estou sem palavras com a coragem deles. E muito orgulhosa por essas crianças e adolescentes serem nosso futuro", escreveu Gaga. A posse de armas é garantida pela Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos, e continua sendo um dos temas mais controversos do país. Initial plugin text
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21/02 - Após ser acusado de assédio por  Kate Upton, Paul Marciano, cofundador da Guess, é afastado
Presidente e diretor da empresa desde 2015 renunciou ao cargo após denúncia de modelo. 'Marciano deixa suas responsabilidades diárias na empresa, sem pagamento, até que se complete a investigação', afirmou marca. Paul Marciano durante evento promovido pela Guess em março de 2016 Ari Perilstein/Getty Images for Guess/AFP Paul Marciano, cofundador da gigante da moda Guess, renunciou a seu cargo na empresa logo após ser acusado de tocar os seios e beijar a força a modelo Kate Upton, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira (20). O franco-americano de 65 anos, presidente e diretor da empresa desde 2015, negou as alegações, mas o conselho administrativo da empresa solicitou uma investigação com um escritório de advogados externo. "O conselho administrativo e o senhor Marciano concordaram que o senhor Marciano deixe suas responsabilidades diárias na empresa, sem pagamento, até que se complete a investigação", afirmou a Guess em comunicado. Marciano, que co-fundou a Guess em 1981, disse à companhia que estaria disponível para total cooperação. Após o anúncio, as ações da Guess na bolsa caíram 3,8% em Wall Street. Upton, que já foi o rosto da marca, acusou Marciano no Twitter antes de divulgar detalhes em uma entrevista com a revista Time. Kate Upton Reprodução/Instagram As acusações surgem em meio à onda de escândalos sexuais em Hollywood, que deu vida ao movimento #MeToo e se estendendo agora à indústria da moda. A modelo de 25 anos disse à Time que, depois de uma sessão de fotos de roupa íntima, em 2010, Marciano "agarrou meus seios com força e começou a senti-los, de fato brincando com eles". Após empurrá-lo, Upton disse que Marciano continuo tocando-a de "forma dominante e agressiva" e que em algum momento "agarrou a parte de trás do meu pescoço para que eu não pudesse me mover e começou a beijar meu rosto e meu pescoço". "No dia seguinte, me informaram que fui demitida. Alguém ligou para minha agência e disse que havia engordado e que não precisavam mais de mim no set", afirmou. Upton está casada com o arremessador do Houston Astros Justin Verlander e é famosa por suas fotografias de biquíni na Sports Illustrated.
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21/02 - 'Trama Fantasma' desconstrói relação tóxica e tem Daniel Day-Lewis se aposentando no auge; G1 já viu
Com seis indicações ao Oscar, filme do diretor americano Paul Thomas Anderson é mais seco e direto do que seus anteriores. Daniel Day-Lewis em 'Trama Fantasma' Divulgação Nos últimos meses do ano passado, quando as listas de possíveis indicados ao Oscar começaram a ser feitas, um filme passou longe delas. E é difícil entender por quê. "Trama Fantasma", indicado em seis categorias, é o melhor desta safra de premiações. Seria digno de se perder 2 horas e 10 minutos no cinema só pelo fato de ser a despedida de Daniel Day-Lewis, que anunciou sua aposentadoria. Indicado ao Oscar pela sexta vez, ele provavelmente perderá a estueta para o Churchill de Gary Oldman. O sétimo longa do diretor americano Paul Thomas Anderson, e seu primeiro filme britânico, é muito mais simples, seco e com roteiro mais redondinho do que seus anteriores. Sem inventar, ele discute uma relação tóxica (em vários sentidos) perdido entre o melodrama e o suspense. Fala pouco O obsessivo, talentoso e impaciente estilista Reynolds Woodcock (Day-Lewis) vive em Londres. Algo muda quando conhece a tímida garçonete Alma (Vicky Krieps, atriz nascida em Luxemburgo que merecia ter sido indicada). Ela vira modelo, assistente, namorada... Juntos, eles vivem uma relação em que submissão, perfeccionismo e grosseria se confundem com amor e admiração. Muito pouco é dito. Você não sabe de onde Alma é. Não sabe quando exatamente rola a história (tem uma revista "Vogue" de 1952). Não fica claro se Woodcock faz sexo com sua musa, se Cyril (Lesley Manville) é só sua braço direito (é irmã, mas só quem é muito atento nota). Assista ao trailer de 'Trama Fantasma' Também roteirista e até eventual cinegrafista, Anderson já se disse influenciado por Alfred Hitchcock. "Trama Fantasma" poderia ser um filme dos anos 40 feito pelo cineasta britânico, tendo algo em comum com "Suspeita" e "Rebecca, A Mulher Inesquecível". A trilha de Jonny Greenwood, a melhor já composta pelo guitarrista do Radiohead, colabora para botar Hitchcock e Anderson na mesma prateleira. "Trama Fantasma" provoca risos nervosos e fascinação pela história. E é um dos mais atuais filmes do Oscar. O que talvez não seja algo a se comemorar, vindo de um filme tão anos 40 e 50.
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21/02 - Bia Arantes diz ser o oposto da bruxa sedutora de 'Deus Salve o Rei': 'Sou moleca'
Atriz fala ao G1 sobre Brice, personagem que mexe com a imaginação dos homens na novela das 19h. Bia Arantes é Brice em "Deus Salve o Rei" Globo/Raquel Cunha “Brice é uma bruxa sem moralidade e não tem compromisso com o caráter”. É assim que Bia Arantes define os traços de sua personagem em “Deus Salve o Rei”, novela das 19h. Atualmente na trama, a bruxinha tem causado na vida de Afonso (Rômulo Estrela), após lançar um feitiço sobre Amália (Marina Ruy Barbosa) e fazer com que a plebeia esquecesse que é casada com ele. “Brice é uma personagem maravilhosa de se fazer. Primeiro, por ser uma bruxa e ter que abandonar várias coisas contemporâneas. E abandonar o caráter. Antes de tudo, o gostoso é trabalhar por esse lado, pesquisar esse universo da mulher amoral. E também tem a questão da idade, de ela sugar a vitalidade dos homens para se manter jovem”, conta Bia. Apesar da aparência jovem, Brice é uma bruxa de 117 anos. “Ela é mulher sedutora, sempre esperta. Quando descobrem que ela é uma senhora, muda um pouco. É muito legal fazer essa desconstrução”, afirma Bia. Brice foi desmascarada por Rodolfo (Johnny Massaro), que após passar a noite com ela, viu sua verdadeira identidade através do reflexo do espelho. A mulher refletida, aliás, não é Bia. E sim uma outra atriz caracterizada. Mas se Brice é uma bruxa sem caráter, pode ser considerada uma vilã na história escrita por Daniel Adjafre? “O que está no ar agora, parece que ela é má. Se eu me apegar a isso, classificaria ela como ruim. Mas mais para frente, coisas acontecem e a deixam com lado humano mais evidente”, adianta Bia. Sedução Brice – no corpo jovem --, é uma personagem sedutora. E aos 24 anos de idade, será que Bia se identifica com esse lado da bruxinha? “Nem um pouco. Sou zero sedutora. É uma coisa legal, porque a gente começa e investigar coisas nossas para poder doar ao personagem. Tive que procurar esse lado meu. No dia a dia, sou uma moleca, completamente diferente. Não tenho essa sedução em mim”. Além dessa pesquisa mais pessoal para ajudar na composição do personagem, Bia também fala sobre as referências – ou a falta delas -- para a construção do papel em uma novela medieval. “É diferente. É até legal não ter uma referência direta, porque você consegue construir do zero e com as coisas mais delicadas. Esse universo é muito rico e histórias antigas vêm desde os contos de princesa”. Bia Arantes e Johnny Massaro em cena de Brice e Rodrolfo em "Deus Salve o Rei" Globo/Mauricio Fidalgo Bom, mas não são apenas os contos que servem de referência. Embora elenco e direção neguem, a trama da novela já foi comparada por diversas vezes com a série “Games Of Thrones”. “Recebo esses comentários, mas ‘GOT’ vem de outro lugar também. A referência é medieval, e temos todos as mesmas referências. ‘Merlin’ também. Todos vêm do mesmo berço. Como ‘GOT’ é a série de maior sucesso, é impossível não fazer essa analogia. Mas não é uma cópia, não tem nem como se propor a isso. ‘GOT’ é uma série com alguns capítulos e a novela fica meses no ar”. Cenário digitalizado Boa parte do cenário da novela é digitalizado no chroma-key. Ou seja, em vez de contracenarem entre objetos, árvores e castelos, os atores interagem entre planos de fundo azul ou verde. “No começo, tinha esse exercício de imaginação. A gente falava com pessoal da finalização, efeitos, para ver como ficaria. Mas hoje em dia, com a novela no ar, a gente entende melhor para saber onde tudo está. Fica um pouco mais fácil”. Jornada dupla No início da produção da novela, Bia se desdobrou entre trabalhos para a TV e o palco. A atriz estava em cartaz com a peça “Leo e Bia”. “Teve um momento muito conturbado. A virada de ano foi complicada. Gravando bastante e fazendo os ensaios finais da peça. Mas depois foi tranquilo conciliar e foi uma delícia”. A peça teve curta-temporada no Rio, mas Bia segue com o projeto, viajando para algumas cidades aos finais de semana. Meses antes, ela também gravou o longa “O filme da minha vida”, que tem o ator francês Vincent Cassel no elenco. “Não contracenei com ele diretamente, mas estamos fortemente ligados na história. Eu o vi muito pouco. Enquanto eles gravavam, fazíamos preparação. Mas pareceu um cara superbacana, profissional. E não deixa dúvidas sobre seu talento.” Bia Arantes é a bruxa Brice em "Deus Salve o Rei" Globo/Raquel Cunha
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21/02 - Para sindicatos, Oscar 2018 deve ir para 'A forma da água', mas 'Três anúncios' corre por fora 
Premiações dos produtores e dos diretores de Hollywood colocam fantasia romântica como favorito. Associações são principais 'termômetro' do evento da Academia.  Cenas de 'Três anúncios para um crime', 'A forma da água' e 'Corra!' Divulgação A não ser que uma nova zebra aconteça no próximo dia 4 de março, “A forma da água” deve ser anunciado como o melhor filme do Oscar (veja os indicados) – mesmo que “Três anúncios para um crime” ainda tenhas (pequenas) chances. Pelo menos é o que indicam os principais "termômetros" do evento da Academia, as premiações dos sindicatos de classes de Hollywood. Existem quatro delas, e seus ganhadores têm o costume de levar para casa também a estatueta dourada. Elas são (as siglas vêm do inglês): PGA: Sindicato dos Produtores da América DGA: Sindicato dos Diretores da América SAG: Sindicato dos Atores WGA: Sindicato dos Roteiristas da América (que premia original e adaptado) A fantasia romântica dirigida por Guillermo del Toro é franca favorita após ser a escolhida por produtores e diretores, os dois maiores “videntes” da categoria principal do Oscar. Em 27 anos, o longa escolhido pelo PGA foi o melhor filme da Academia 19 vezes. Veja tabela abaixo. Isso acontece por dois motivos: além de ter grande parte dos 7 mil membros votantes da Academia, a organização também utiliza um sistema bem parecido de votação em sua premiação. Arte/G1 Anúncios de uma zebra? Apesar disso há algumas estatísticas que mostram que a corrida ainda não está garantida. “A forma da água” foi completamente esquecida entre os indicados a melhor elenco do SAG. O único longa ausente na categoria a ganhar como melhor filme no Oscar foi “Coração Valente”, em 1996 (segunda edição da premiação do sindicato). “La la land: Cantando estações”, por exemplo, era franco favorito em 2017, mas não foi lembrado pelos atores e todos sabemos como a história terminou. Mesmo que seu título tenha sido anunciado, a estatueta ficou com “Moonlight: Sob a luz do luar”. Com isso, “Três anúncios para um crime”, cujo elenco foi reconhecido pelo SAG, surge com uma pequena esperança. No entanto, há outro histórico que testemunhe contra as chances da produção. O diretor Martin McDonagh não foi indicado pela Academia, o que dificulta muito as possibilidades do longa. Desde o começo do Oscar, em 1927, apenas quatro filmes (“Asas”, “Grande hotel”, “Conduzindo Miss Daisy” e “Argo”) foram eleitos os melhores sem uma indicação pela direção. Com tantas estatísticas contra e a favor, outra produção corre por fora e ainda tem chance de surpreender. “Corra!” foi aclamado pela crítica e pelo público e ganhou como melhor roteiro original no WGA – prêmio cujo vencedor coincidiu com o melhor filme no Oscar nos últimos dois anos. Sam Rockwell e Frances McDormand, de 'Três anúncios de um crime', Guillermo del Toro, diretor de 'A forma da água', Allison Janney, de 'Eu, Tonya', e Gary Oldman, de 'O destino de uma nação' Divulgação Diretor e atuações Terceiro mexicano desde 2013 a ganhar no DGA, del Toro também deve se tornar o terceiro cineasta do país a levar o Oscar no mesmo período. Desde 1948, o escolhido da associação só não foi o melhor diretor do Oscar em sete ocasiões. Entre os atores, os escolhidos do SAG devem prevalecer em suas respectivas categorias na Academia. Gary Oldman (“O destino de uma nação”) é favorito como melhor ator, já que apenas cinco vezes desde 1994 os escolhidos não coincidiram. A estatística é a mesma para a melhor atriz. Assim, Frances McDormand (“Três anúncios para um crime”) deve ganhar sua segunda estatueta. Já os coadjuvantes são estatisticamente um pouco mais abertos. O SAG “errou” o ator coadjuvante nove vezes, e a atriz coadjuvante, sete. Mesmo assim, Sam Rockwell (“Três anúncios para um crime”) e Allison Janney (“Eu, Tonya”) estão muito à frente dos demais. Roteiros Quando a WGA anunciou seus vencedores no último domingo (11), sacramentou os favoritos “Corra!” a roteiro original e “Me chame pelo seu nome” a adaptado. Desde 1985, quando a premiação do WGA finalmente se limitou a categorias mais próximas às da Academia, a associação acertou cerca de 20 vezes em cada uma delas. É provável que ao menos um saia premiado. Mesmo assim, o suspense escrito e dirigido por Jordan Peele pode ter problemas. Afinal, ainda que quase todos os indicados em sua categoria sejam os mesmos, “Três anúncios para um crime” ficou de fora do WGA por não atender a requisitos do sindicato, mas foi lembrado pela Academia. Depois de levar o Globo de Ouro, o drama ainda pode surpreender.
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20/02 - Sylvester Stallone morreu após lutar contra um câncer de próstata? Não é verdade!
Notícia tem bombado nas redes. Ator teve de desmentir boato em rede social. Uma notícia que dá conta da morte do ator Sylvester Stallone tem bombado nas redes sociais há alguns dias. Mas ela não passa de um boato. O texto, que começou a se espalhar em inglês, diz que Stallone morreu pela manhã após travar uma batalha contra um câncer de próstata. Segundo a notícia, ele escondeu a doença de todos, mas, no fim, não conseguiu vencê-la. G1 Boatos de morte de personalidades são frequentes nas redes. Desta vez, no entanto, a notícia viralizou a tal ponto que o próprio ator teve de ir a público desmenti-la. Em seu Instagram, Stallone postou: "Por favor, ignorem essa estupidez. Vivo, bem, feliz e saudável. Ainda golpeando". Stallone teve de desmentir boato no Instagram Reprodução/Instagram Nesta terça (20), ele usou as redes normalmente para postar vídeos na academia. Não é a primeira vez que uma notícia falsa sobre sua morte é divulgada. E novamente brincadeiras se sucederam logo após o desmentido, dizendo que a Morte perdeu a luta para ele, que eternizou o boxeador Rocky Balboa nos cinemas. É ou não é?’, seção de fact-checking (checagem de fatos) do G1, tem como objetivo conferir os discursos de políticos e outras personalidades públicas e atestar a veracidade de notícias e informações espalhadas pelas redes sociais e pela web. Sugestões podem ser enviadas pelo VC no G1, pelo Fale Conosco ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, com a hashtag #eounaoe (caso prefira, a hashtag pode ser enviada logo após a mensagem também!).
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20/02 - Gus Van Sant leva cinebiografia de cartunista tetraplégico e alcoólatra ao Festival de Berlim
Diretor disputa o Urso de Ouro com filme sobre John Callahan. Originalmente, Robin Williams era cotado para o papel principal, que acabou ficando Joaquin Phoenix. A partir da esquerda: o ator Joaquin Phoenix, o diretor Gus Van Sant with e o ator Udo Kier posam no tapete vermelho do Festival de Berlim nesta terça-feira (20), onde mostraram o filme 'Don't worry, he won't get far on foot' Fabrizio Bensch/Reuters Foi um papel que Robin Williams quis interpretar em homenagem a seu amigo e ator Christopher Reeve – a história real de um tetraplégico que se consagra na profissão. Embora Robin Williams, que cometeu suicídio em 2014, jamais tenha tido chance de fazer o papel, seu interesse pelo cartunista John Callahan ajudou a levar sua história às telas em uma cinebiografia que concorre ao Urso de Ouro do Festival Internacional de Cinema de Berlim. "Don't worry, he won't get far on foot", baseado no livro de memórias de 1989 de Callahan, mostra o jovem festejando e mergulhado no alcoolismo quando um acidente de carro em uma noite de bebedeira o deixa tetraplégico aos 21 anos. O filme acompanha sua carreira como criador de charges contundentes que muitas vezes tratavam do lado obscuro da natureza humana enquanto luta com sua dependência de álcool. O diretor Gus Van Sant contou que Robin Williams lhe pediu para transformar as memórias em um roteiro. "Ele gostava do trabalho de John Callahan – ele o viu em seu jornal local de San Francisco –, e Christopher Reeve era um amigo dele que havia tido um acidente, e ele queria muito interpretar um tetraplégico, em parte em homenagem ao amigo, que era tetraplégico", disse Van Sant. A cinebiografia mostra Callahan nos Alcoólicos Anônimos, revelando como ter sido abandonado pela mãe na infância o levou a beber. No fim das contas, o papel principal ficou com Joaquin Phoenix.
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20/02 - Cenários de 'Trama fantasma' foram criados para refletir protagonista, diz equipe de produção; VÍDEO
Daniel Day-Lewis, designer e decoradora falam sobre moradia montada em Londres para dar clima de casas de costura dos anos 1950. História sobre estilista tem 6 indicações ao Oscar. Equipe de 'Trama fantasma' fala sobre criação de cenários do filme As luxuosas casas que servem de cenário para "Trama fantasma" foram criadas para refletir o imaginário do protagonista, o estilista Reynolds Woodcock, interpretado por Daniel Day-Lewis. "Cada objeto à volta dele, com o qual ele vivia, poderia ser algo que esse personagem poderia ter escolhido desenhado ou feito", explica a decoradora de set Veronique Melery em um vídeo dos bastidores do filme. "Era a esperança que o mundo de Woodcock, de onde ele vem, se refletisse no design", completa Day-Lewis. Dirigido por Paul Thomas Anderson, "Tama fantasma" tem seis indicações ao Oscar, incluindo de Melhor Ator e Melhor Filme. A premiação acontecerá em 4 de março. No Bafta, principal premiação britânica do cinema, o filme levou a estatueta de Melhor Figurino. A história é centrada no renomado estilista que trabalha ao lado da irmã, Cyril (Lesley Manville), e em sua relação com sua musa e amante, Alma (Vicky Krieps). Daniel Day-Lewis em 'Trama Fantasma' Divulgação Casa Woodcock Boa parte das cenas se passam na Casa Woodcock, uma moradia criada em Londres para dar o clima das casas de costura dos anos 1950. O lugar é a sede da marca da grife do protagonista. "Foi importante para nós, como designers, criarmos um mundo que fosse crível para Reynolds", diz o designer de produção Mark Tildesley. "Estávamos em Londres, em uma moradia que era muito bonita. E, quando você entra nesses quartos, eles são seus, você sabe o que são", acrescentou Day-Lewis.
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20/02 - A história das lésbicas que enganaram a Igreja para se casar e que agora inspira filme
Casamento, que burlou regras da Igreja Católica, é considerado um dos casos pioneiros de união homossexual. Marcela Gracia Ibeas e Elisa Sánchez Loriga, em foto de casamento José Sellier Em 1901, Marcela e Mário se casaram na Igreja Católica de São Jorge, na cidade de La Coruña, noroeste da Espanha. Mário tinha sido batizado no mesmo dia, dizendo que era filho de pais ingleses protestantes e que queria se converter ao catolicismo. O detalhe incrível da história é que Mário, na verdade, era Elisa Sánchez Loriga, disfarçada com conhecimento de Marcela, para conseguirem se casar na Igreja. Até hoje, esse é o único casamento do mesmo sexo conhecido na história da Igreja Católica espanhola. É também um caso pioneiro de união homossexual no mundo. Agora, a história do casal vai virar filme. "Quando eu penso sobre essas duas mulheres e a coragem de uma delas de se passar por homem, foram muito valentes", afirma Isabel Coixet, realizadora do filme. Enredo elaborado Elisa e Marcela Gracia Ibeas se conheceram em meados dos anos 1880 em La Coruña. "Marcela era aluna da escola de magistério. Elisa tinha estudado anteriormente para a mesma carreira e estava trabalhando na escola. Foi então que elas se apaixonaram", conta o escritor Narciso Gabriel, autor do livro Marcela e Elisa, muito além dos homens. O casal enfrentou objeção da família de Marcela, que a enviou para Madri para que ficasse longe de Elisa. Mas, de acordo com Narciso Gabriel, as duas deram um jeito de continuar a se ver. Nessa época elas teriam planejado o casamento. Primeiro, Elisa e Marcela simularam que brigaram e que não estavam mais juntas. Além disso, Marcela estava grávida de um homem não identificado e anunciou que se casaria com um primo de Elisa, chamado Mário, que teria sido criado em Londres. Então, com corte de cabelo curto e vestida de terno, Elisa se passou pelo rapaz. Assédio da imprensa e da sociedade Após o casamento, Elisa e Marcela tiveram pouco tempo de sossego. Uma foto do casal acabou na primeira página do jornal local, "La Voz de Galicia", com os dizeres: "Um casamento sem um noivo". A história se espalhou rápido. "O público mostrou um interesse enorme em saber os detalhes da história, a imprensa competiu para publicar a foto exclusiva. O caso teve uma grande repercussão não só na Galícia, mas também em Madri e na imprensa de outros países, como França, Bélgica e Argentina", contou Gabriel. A Justiça, por sua vez, decretou um mandado de prisão. Diante do assédio da imprensa e da perseguição da Igreja e da polícia, o casal fugiu para a cidade do Porto, em Portugual. Em terras portuguesas, Elisa passou a se chamar de Pepe. Sob o disfarce de um casal heterossexual, as duas viveram por dois meses. Nesse período, nasceu a filha de Marcela. Porém, em agosto de 1901, a pedido da polícia espanhola, foram detidas e levadas para a prisão em Portugal. Segundo Gabriel, o caso começou a ganhar "uma cobertura em Portugal tão espetacular como a que aconteceu na Espanha". Mas, ao contrário das notícias espanholas, a imprensa portuguesa foi favorável ao casal. "A imprensa tomou partido da causa de Marcela e Elisa, assim como parte da sociedade portuguesa e alguns residentes espanhóis do Porto", conta ele. Apesar de toda essa comoção, Portugal aceitou a extradição do casal, solicitada pela Espanha. Porém, antes de serem enviadas de volta, Elisa foi inocentada da acusação de adulteração de documento e Marcela, de tentar encobrir o crime. Antes da extradição, no entanto, Marcela e Elisa escaparam. Desta vez, rumo à Argentina, onde, novamente, mudaram suas identidades. Em Buenos Aires, Marcela passou a se chamar Carmen; Elisa assumiu o nome de Maria. Nova vida na Argentina Elisa desembarcou na Argentina em 1903, dois anos após o casamento. Pouco tempo depois, chegou Marcela, acompanhada da sua filha. A vida das jovens em Buenos Aires, a princípio, não parecia ser muito diferente da de milhares de imigrantes galegos que viviam na cidade. Alguns meses depois, no entanto, a história sofreu uma nova reviravolta. Elisa - que na Argentina tinha o nome Maria - se casou com um homem de origem dinamarquesa. "O casamento não foi feliz e termina mal, entre outras coisas, porque Elisa se recusa a ter relações sexuais com o marido", conta Gabriel. O homem acabou denunciando Maria, dizendo que suas intenções ao se casar com ele eram fraudulentas. O que aconteceu depois? Elisa continuou vivendo com seu marido dinamarquês? Para onde foram Marcela e sua filha? O desfecho desta história é desconhecido. As pistas das vidas das protagonistas se perderam nesta época, afirma Gabriel. Há apenas um relato de um jornal mexicano, de 1909, dizendo que Elisa havia se suicidado no país. Apesar de o casamento civil entre homossexuais ser legal na Espanha há mais de uma década, ativistas LGBT no país dizem que ainda hoje há ecos da luta de Elisa e Marcela. "Uma lei não provoca uma mudança automática na sociedade. Ainda hoje há pessoas que mantêm sua sexualidade em segredo. Outras ainda se casam mas não tiram a licença a que têm direito após o casamento, devido a vergonha ou medo de serem demitidas", fala a socióloga e ativista Inmaculada Mujika Flores. Mais de cem anos depois, o "casamento sem homem" de Elisa e Marcela continua causando admiração.
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20/02 - Rainha Elizabeth assiste a desfile na Semana de Moda de Londres
Monarca também foi responsável por entregar prêmio que reconhece talentos britânicos na moda para o estilista londrino Richard Quinn. Ao lado de Anna Wintour, rainha Elizabeth assiste ao desfile de Richard Quinn na London Fashion Week Paul Hackett/Reuters A rainha Elizabeth compareceu, nesta terça-feira (20), a um desfile da Semana de Moda de Londres, na capital inglesa. A monarca de 91 anos sentou-se ao lado de Anna Wintour, editora-chefe da Vogue americana, enquanto assistia o desfile de Richard Quinn. Posteriormente, a rainha conduziu a entrega do prêmio Queen Elizabeth II, que teve Quinn como premiado. A honraria foi criada para reconhecer o papel que a indústria da moda desempenha na sociedade e na diplomacia, segundo o Palácio de Buckingham explicou em um comunicado. Rainha Elizabeth entrega prêmio de moda para o estilista britânico Richard Quinn Paul Hackett/Reuters Ainda segundo a assessoria do palácio, o prêmio será entregue anualmente a um nome emergente da indústria da moda britânica, que mostre talento e originalidade, ao mesmo tempo em que priorize práticas comunitárias e políticas sustentáveis. Natural de Londres, Quinn estabeleceu a marca que leva seu nome em 2016. Segundo o site da London Fashion Week, suas coleações são "arrojadas e emotivas". Na segunda-feira (19), a rainha recebeu estilistas e modelos no Palácio de Buckingham. Rainha Elizabeth assiste a desfile na Semana de Moda de Londres
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20/02 - Banda Vieira lança EP 'Parahyba Vive', gravado em São Paulo após vencer concurso nacional
Com cinco faixas, disco é o segundo trabalho da banda pessoense e nome homenageia a cidade de João Pessoa. A banda pessoense Vieira lançou nesta terça-feira (20) o EP “Parahyba Vive”, gravado em São Paulo após a banda vencer um concurso nacional de bandas universitárias. O disco é o segundo da banda, que tem também o EP “Comercial Sul”, de 2015. O show de lançamento do novo trabalho do Vieira vai ser no dia 9 de março, na Vila do Porto, no Centro Histórico. Ouça acima. Banda Vieira Marcelo Rodrigues/Divulgação Com cinco faixas, o “Parahyba Vive” reúne retalhos e recortes de experiências vividas pelos integrantes da banda na capital paraibana, além de homenagear o antigo nome de João Pessoa. Segundo o grupo, as canções abordam de forma lúdica essas vivências e são compostas com a intenção de transmitir a sinceridade que o ambiente passa para os compositores. Atualmente, a Vieira é formada pelos músicos Arthur Vieira (voz e guitarra), Pedro Chico (guitarra e voz), Marcus Menezes (bateria) e Daniel Jesi (baixo). O EP também está disponível em plataforma de streaming de áudio e nas redes sociais da banda. O disco foi gravado em agosto de 2017, por Rodrigo Funai Costa e Alejandra Luciani, no Red Bull Studios, em São Paulo. O álbum foi mixado por Rodrigo Funai Costa e masterizado por Maurício Gargel. A arte da capa é assinada por Daniel Vincent e a produção executiva da banda é da Toroh Música&Cultura. Capa do álbum "Parahyba Vive", da banda Vieira Arte/Daniel Vincent/Divulgação
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20/02 - 'Pra ficar na história', documentário sobre imigração italiana, ganha trailer; assista
Filme fala sobre descendente de italianos que construiu seu próprio povoado colonial em Garibaldi (RS). Estreia acontece em 8 de março. Assista ao trailer do documentário 'Pra ficar na história' Neto de italianos, o veterinário Luiz Fitarelli constriuiu sua própria vila em homenagem aos seus antepassados. Com cara de século XIX, o povoado fica em Garibaldi (RS) e tem capela, estábulos e moinho com roda de água. Já foi, inclusive, usado para cenários de novelas e filmes de época. A saga de Fitarelli, que começou sua "coleção de antiguidades" aos 12 anos de idade, juntando milhares de peças como barris de vinho, móveis e ferramentas, é o tema do documentário "Pra ficar na história", cujo trailer o G1 divulga em primeira mão nesta terça-feira (20). O filme entra em cartaz em 8 de março. No dia 3, haverá pré-estreia em um cinema a céu aberto no Centro Histórico de Garibaldi. Assista, acima, ao trailer de 'Pra ficar na história'. Com direção de Boca Migotto, o longa acompanhou Luiz Fitarelli por 17 dias. As filmagens aconteceram na serra gaúcha e nas cidades italianas de Lentiai, Marostica, Canal San Bovo e Padova, para onde o veterinário viajou. O diretor conta que a ideia é aproximar "o Brasil e a Itália a partir das histórias em comum e da busca pela preservação da memória que une estes dois países". De acordo com ele, Fitarelli era tratado, em sua cidade, como "uma figura incomum que gastava dinheiro construindo 'aquela vila italiana'". Migotto conheceu seu personagem em 2009, ao assistir a uma série de TV: "Foi neste momento em que o excêntrico personagem virou visionário e ali nasceu a ideia do documentário". Cartaz do documentário 'Pra ficar na história' Divulgação
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20/02 - Nana Gouvêa protagoniza filme de terror americano 'Black wake'; veja trailer
Brasileira interpreta especialista que investiga mortes misteriosas em praias do Oceano Atlântico. Marido de Nana produz longa, e irmão de Julia Roberts faz participação. Nana Gouvea em 'Black wake' Divulgação Nana Gouvêa ressurgiu nesta semana como a estrela do trailer de "Black wake", filme de terror americano estrelado pela brasileira. Clique aqui para assistir ao trailer de 'Black wake'. A produção conta a história de uma equipe de especialistas que investiga uma série de mortes estranhas em praias ao longo do Oceano Atlântico. Nana interpreta uma das profissionais. Ela examina evidências em vídeo para descobrir uma possível explicação parasitária para o mistério. "Esse organismo com formato de verme força o seu hospedeiro a entrar na água", diz a atriz no trailer. Eric Roberts, irmão de Julia Roberts e pai de Emma Roberts, faz uma participação no filme, que é produzido por Carlos Keyes, marido de Nana. Jeremiah Kipp assina a direção. Sem previsão de lançamento no Brasil, "Black wake" vai estrear no dia 24 deste mês, no Philip K Dick Science Fiction Film Festival, em Nova York.
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